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quarta-feira, 13 de março de 2019

Viver e não ter a vergonha de ser feliz!


Deparei-me, em uma rede social, com esta cartinha escrita por uma menina de 13 anos. Colei-a no final do meu texto. Li e reli várias vezes, tentando entender as entrelinhas. Um desabafo triste que contem a dor que grande parte dos adolescentes carrega no peito.

Uma menina que redige bem e que, apesar da tenra idade, fala de crises emocionais, de tentativa de suicídio, de constante vontade de morrer...

A Amazônia está se aproximando de um ponto sem retorno, mas não é tarde demais

A Amazônia e o ponto de não retorno
World Economic Forum*

As florestas do mundo estão encolhendo. Por anos, eles resistiram a um grande impacto humano. Mas de acordo com um novo estudo publicado na revista Science Advances , eles podem estar chegando a um ponto de crise. Se o desmatamento ultrapassar 20% de sua propagação original, a Floresta Amazônica terá atingido o “ ponto de não retorno” .

Clima mortal pode aumentar em 50 por cento até 2100

As secas, ondas de calor, incêndios florestais e enchentes sem precedentes do último verão no hemisfério norte foram relacionados às condições atmosféricas resultantes do rápido aquecimento do Ártico. Com o contínuo aquecimento global, as condições que geram esse tipo de clima extremo destrutivo e duradouro se intensificarão em média 50 por cento e poderão chegar a 300 por cento, revela novo estudo no periódico Science Advances.

Pesquisas ambientais na Amazônia devem integrar questões socioeconômicas

A Amazônia está em transição. A alternância entre períodos de secas seguidos por cheias, uma das características principais da região, está mais espaçada. Estima-se que a cada década a temporada de estiagem ganhe 6,5 dias, ou um mês de seca a mais a cada 40 anos.

New York Times destaca artigo de pesquisadores da Coppe

O New York Times deu destaque nesta quarta-feira, 26/9, ao artigo The threat of political bargaining to climate mitigation in Brazil (A ameaça da barganha política para a mitigação climática no Brasil)” assinado pelos professores Roberto Schaeffer, Alexandre Szklo e André Lucena, e pesquisadores Pedro Rochedo, Alexandre Koberle e Regis Rathmann, do Programa de Planejamento Energético da Coppe/UFRJ.

Manguezais da Amazônia armazenam duas vezes mais carbono por hectare que a floresta tropical da região

Os cientistas determinaram, pela primeira vez que, os mangues costeiros da Amazônia, crescentemente desmatados para pastos de gado e produção de de camarões, armazenam significativamente mais carbono por hectare do que a famosa floresta tropical da região.
Por Chris Branam*

Farinha de grilo e barrinhas de besouros: estes brasileiros apostam em insetos como alimento

Essas caraterísticas têm levado a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO, na sigla em inglês) à valorização de um tipo de alimento que enfrenta grande resistência cultural no Ocidente: os insetos, cuja ingestão ganha o nome de “entomofagia”.

Ocupação na Mata Atlântica fez sumir metade das populações de mamíferos

Pelo menos metade dos grupos de mamíferos da Mata Atlântica já se encontra, em média, extinta localmente em vários pontos do bioma. É o que mostra um levantamento que analisou pela primeira vez 500 comunidades desses animais ao longo de toda a Mata Atlântica e os impactos nelas provocados por distúrbios humanos desde a chegada dos portugueses ao Brasil.

Padrões climáticos mais persistentes nos EUA estão ligados ao aquecimento do Ártico; Clima extremo se tornará mais comum

Condições meteorológicas persistentes, incluindo períodos secos e úmidos, geralmente aumentaram nos Estados Unidos, talvez devido ao rápido aquecimento do Ártico, de acordo com um estudo conduzido pela Rutgers.
Por Todd B. Bates, Rutgers University–New Brunswick*

Pesquisadores investigam técnicas tradicionais de cultivo para viver com escassez de água

Incêndios florestais, falta de água e quebra de safra – esses foram os efeitos do verão de 2018 em grande parte da Europa. Os cientistas do clima pedem novas políticas agrícolas, dizendo que os agricultores precisam se preparar para maiores extremos de temperatura e clima.
Universitaet Tübingen*

Ambientalistas tentam evitar que Belo Monte cause a seca do rio Xingu

Um estudo publicado em julho deste ano alertou para uma série de impactos à biodiversidade no Rio Xingu em decorrência da usina hidrelétrica de Belo Monte. Com o barramento definitivo do rio em 2015, o fluxo do Xingu passou a ser controlado pela empresa concessionária da usina, a Norte Energia. Com isso, a quantidade, velocidade e nível da água diminuíram, alterando brutalmente o equilíbrio socioambiental na região.

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