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Os caminhos das águas, sem tantos atropelos, artigo de Washington Novaes

O noticiário da primeira quinzena de fevereiro foi dominado pelas notícias de apagões e suas ameaças, racionamentos e desabastecimentos de água, crises da matriz energética, etc. O racionamento já estava em quase 150 cidades, onde vivem mais de 6 milhões de pessoas. O uso médio de água ficava de 15% a 20% acima da média habitual de 150 litros diários por pessoa. O nível dos reservatórios do Sudeste e do Centro-Oeste, abaixo da média do ano do racionamento, 2001. A questão da matriz energética já foi tratada em artigos anteriores – não é caso de retornar. Melhor tentar ver com que caminhos poderão ser enfrentadas de imediato as ameaças na área do fornecimento de água à população.

Grupo deve propor gestão integrada na baía do Araçá, no litoral paulista

A baía do Araçá, entre as cidades de Ilhabela e São Sebastião, no litoral paulista, oferece ao homem serviços ambientais como provisão de alimentos (por meio da pesca), depuração de efluentes, ciclagem de nutrientes e área para ocupação urbana e turística. Oferece também benefícios menos tangíveis, relacionados, por exemplo, ao vínculo que a população estabelece com ela em termos de identidade e herança cultural.

Que tal encher o tanque com combustível de plástico?

Sacolas plásticas são uma fonte abundante de lixo em terra e mar. Mas uma equipe de cientistas encontrou uma solução inteligente para o problema: transformar as embalagens usadas em combustível. O processo, desenvolvido por pesquisadores do Centro de Tecnologia Sustentável da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, envolve o aquecimento dos sacos em uma câmara livre de oxigênio, um processo chamado pirólise.

Estudo aponta que imunoterapia cura leucemia em 88% dos casos

Uma nova abordagem para tratar a leucemia, que consiste em usar o próprio sistema imunológico para matar as células cancerígenas, conseguiu resultados positivos contra a doença em 88% dos adultos afetados e submetidos ao procedimento, de acordo com pesquisa publicada nesta quarta-feira (19) na revista “Science Translational Medicine”.

Urbanização e poluição ameaçam jacarés que sobrevivem no Rio

Os jacarés que sobrevivem em margens de lagoas e rios do Rio de Janeiro estão ameaçados pelo crescimento urbano descontrolado da cidade e pela poluição de seus habitats. Apesar das consequências da expansão de uma cidade de 6 milhões de habitantes, ainda é possível encontrar répteis na Zona Oeste, principalmente de exemplares do jacaré-de-papo-amarelo.

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