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quarta-feira, 30 de abril de 2014

Especialistas defendem ação do governo para evitar desabastecimento de energia

Com o nível dos principais reservatórios das hidrelétricas abaixo do esperado ao final do período chuvoso, especialistas da área energética defendem que o governo tome uma posição mais firme para diminuir o consumo de energia no país, e assim evitar um desabastecimento no fim do ano. Nessa segunda-feira (28), o armazenamento dos reservatórios do Sudeste e do Centro-Oeste estava em 38,16% da capacidade máxima. De maio até o final de novembro, é esperado um período com menos chuvas.

Mesmo com reservatórios mais baixos, governo descarta racionamento de energia

Apesar dos baixos níveis de reservatórios das hidrelétricas brasileiras e da economia voluntária feita pelos consumidores, o governo federal continua descartando o racionamento de energia. Ontem (29), o secretário de Desenvolvimento Energético do Ministério de Minas e Energia, Altino Ventura Filho, disse que o estoque é suficiente para passar pelo período de seca e chegar até as próximas chuvas.

Reservatórios das hidrelétricas chegam ao fim do período chuvoso com menor nível desde 2001

O nível dos reservatórios das hidrelétricas das regiões Sudeste e Centro-Oeste chegou ao fim do período chuvoso menor do que o esperado pelo governo. Nessa segunda-feira (28), o armazenamento estava em 38,16% da capacidade máxima, o menor registrado desde 2001, quando chegou a 32,18%.

Mudanças climáticas já são alarmantes, alertam especialistas

Especialistas alertaram nesta terça-feira (29), na Comissão Mista Permanente sobre Mudanças Climáticas, que as alterações no clima provocam impactos físicos, econômicos e sociais irreversíveis em diversos países. Entre os cenários de futuro apresentados no relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), discutidos na reunião, estão dias e noites mais quentes, ondas de calor, eventos de chuva extrema, aumento dos ciclones tropicais e prolongamento das secas.

Plano Municipal de Saneamento Básico (PMSB), artigo de Roberto Malvezzi (Gogó)

Foi prorrogado para 2015 o prazo de entrega dos Planos Municipais de Saneamento Básico. O prazo final era agora em 2014, mas teve que ser prorrogado pelos simples fato que 90% dos municípios não conseguiram elaborar seu plano. O Decreto nº 8.211/2014 altera o artigo 26 do Decreto nº 7.217/2010, que regulamenta a Lei do Saneamento Básico (Lei nº 11.445/2007), prorrogando o prazo para 2015.

UTI ambiental: a água e a realidade nua e crua, artigo de Osvaldo Ferreira Valente

Foram nove artigos publicados aqui no EcoDebate, sobre produção de água . Todos ancorados na série UTI ambiental. Acabo de relê-los, na esperança de ter conseguido passar conhecimentos e preocupações acumuladas ao longo de muitos anos de militância na área. Todas as vezes que faço isso (reler artigos que escrevi), fico com a sensação de ainda estar longe de saber divulgar conhecimentos científicos e técnicos. Mas não vou desanimar, disso tenho certeza. E como escrevo sobre assuntos polêmicos, como conservação e preservação de recursos naturais, acabo provocando o contraditório, que é importante para estimular a produção de textos mais claros e objetivos.

A densidade demográfica e o déficit ambiental na Holanda e em Ruanda, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

A Europa tinha uma densidade demográfica maior do que a África. Mas isto mudou no século XXI, pois, em 2010, a África (34 habitantes/km2) ultrapassou a densidade demográfica da Europa (32 hab/km2). Em 2100, na projeção média de fecundidade, a densidade demográfica da África deve passar para (138 hab/km2) contra (28 hab/km2) da Europa, quase 5 vezes maior.

Entenda o Marco Civil da Internet


O Marco Civil da Internet foi apontado como referência mundial para as legislações que devem tratar da rede mundial dos computadores, durante o NetMundial – Encontro Multissetorial Global Sobre o Futuro da Governança da Internet, que reuniu governos, empresas, especialistas e ativistas em discussões sobre o futuro da rede.

Produtos naturais auxiliam no tratamento de doenças inflamatórias intestinais

Uma pesquisa realizada no Instituto de Biociências da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Botucatu (SP), constatou a eficiência de produtos naturais derivados da flora brasileira no tratamento das doenças inflamatórias intestinais (DII), como a retocolite ulcerativa e a doença de Crohn. O estudo apresenta ainda novos marcadores moleculares que podem ampliar a compreensão que se tem dessas doenças, cuja etiologia ainda é desconhecida.

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