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Não há tranquilidade quando se fala em água

“A percepção generalizada da crise da água acabou”, disse Marussia Whately ao abrir na quarta-feira (17/2) a 1ª Reunião da Aliança pela Água em 2016. E essa é uma péssima notícia, pois tudo o que São Paulo não precisa é que as pessoas se esqueçam que estamos muito longe (mas longe mesmo!) de ter uma situação tranquila em relação à provisão de água.

Civilização em crise, artigo de Marcus Eduardo de Oliveira

À semelhança dos mais sérios problemas ambientais, a crise de civilização (confluência de todas as outras crises) parece ser fruto do descompasso e da perda de noção do lugar que ocupamos junto à natureza, desde que herdamos do século XVI os ensinamentos de Francis Bacon, que enxergava a natureza como uma “prostituta de todos”, seguido por René Descartes, o qual preconizava que “o homem deveria dominar, apossar e ser soberano do mundo físico”.

Campanha em Roraima incentiva descarte correto do óleo de cozinha

Responsável por gerar a impermeabilização do solo, o óleo de cozinha e o lubricante de carros devem ser descartados de forma correta para não causar prejuízos ao meio ambiente. Pensando nisso, a Companhia de Água e Esgoto de Roraima (Caer) lançou a campanha ‘Caer de Olho no Óleo’, que busca alertar sobre o descarte correto desses produtos. A ação disponibiliza pontos de coleta nos bairros de Boa Vista e tem como meta arrecadar, por mês, 6 mil litros de óleo.

Brasil e Alemanha debaterão Objetivos do Desenvolvimento Sustentável em Brasília

Quem tiver interesse em discutir o que o Brasil precisa fazer para alcançar os 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) pode participar, na próxima quarta-feira (24), de uma conferência sobre o tema organizada pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) em parceria com o Instituto Alemão de Desenvolvimento (DIE).

Bolsa Verde conserva biodiversidade

O programa Bolsa Verde está cumprindo seu papel de conservação. Segundo resultado de monitoramento ambiental realizado pela Universidade Federal de Lavras (UFLA/MG), entre 2012 e 2015, apenas 0,77% da área total inserida no programa sofreu supressão de vegetação nativa. O estudo monitorou 35 milhões de hectares, o que corresponde a 4% do território nacional, nas cinco regiões do Brasil e em 22 estados.

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