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quarta-feira, 8 de abril de 2015

Cientistas criam classe de inseticidas que pode controlar o Aedes aegypti

Cientistas dos Estados Unidos desenvolveram uma nova classe de inseticidas que pode ajudar no controle de mosquitos transmissores de doenças infecciosas, como a dengue.


Os pesquisadores identificaram uma maneira de interferir na recepção de dopamina do inseto, um neurotransmissor importante no desenvolvimento celular.

O futuro inseticida agiria bloqueando proteínas que atravessam a membrana celular do mosquito, uma perturbação que pode causar a morte.

Para obter o “produto sofisticado”, foram analisados o genoma do Aedes aegypti, transmissor da dengue, da febre amarela e do chikungunya, e do Culex quinquefasciatus, vetor da febre do Nilo Ocidental e da elefantíase.

Os genes desses insetos foram utilizados para identificar quais produtos químicos seriam mais eficazes no combate a essas pragas.

A equipe de cientistas afirma ter extraído cerca de 200 possíveis antagonistas da dopamina, que podem ser promissores no desenvolvimento dos inseticidas.

“É como se fosse uma medicina personalizada para os mosquitos. Mas nesse caso, o medicamento é letal”, disse Catherine Hill, professora de entomologia da Universidade Purdue, dos Estados Unidos.

O grupo de pesquisadores afirma ainda que tem tomado cuidado para minimizar quaisquer riscos de os inseticidas também bloquearem os receptores de dopamina humanos.

O estudo foi publicado na revista científica “PLoS Neglected Tropical Diseases”.

Dengue no Brasil – Dado mais recente divulgado pelo Ministério da Saúde aponta que, até 7 de março, foram registrados 224,1 mil casos da doença no país, aumento de 162% em relação ao
mesmo período do ano passado, quando houve 85.401 ocorrências.

O ministério informou ainda a queda de 31,5% no número de mortes entre 2014 e 2015. Entre 1 de janeiro e 7 de março do ano passado morreram 76 pessoas. No mesmo período de 2015, foram 52 óbitos. 

Fonte: G1

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