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terça-feira, 11 de novembro de 2014

Em Santarém, bombeiros registram 15 focos de incêndio por mês

O tempo seco tem contribuído para o aumento de focos de incêndio em Santarém, oeste do Pará. Segundo o Corpo de Bombeiros, cerca de 15 casos por mês são registrados na corporação, sendo que a maioria é causada por queima de lixo.


De acordo com o subtenente do Corpo de Bombeiros, major Paulo Costa, o número de casos de incêndio no ano de 2014 já ultrapassou os números registrados em 2013. “Em relação ao ano passado tivemos um aumento de 20% a 25% das ocorrências de fogo no mato e incêndio florestal em Santarém”, informou.

O número de focos de incêndio preocupa o Corpo de Bombeiros que muitas vezes não conseguem chegar a tempo a todas as ocorrências devido a distância ou tem dificuldade em realizar o atendimento por causa do difícil acesso de alguns lugares. “A gente cobre uma área muito grande, Mojuí dos Campos, Belterra, subindo a Curuá-Una, então são distâncias que a gente considera relativamente grandes para percorrer. segundo, em alguns lugares é o acesso, é difícil o acesso. O carro de combate a incêndio não entra, então tem que está esticando mangueira, tem que está com abafador. Esses dois fatores principalmente são os que mais dificultam o nosso atendimento”.

Para o subtenente do corpo de bombeiros essas situações podem ser evitadas com um pouco de consciência por parte por parte da população. “A orientação que a gente da é que lixo a gente não queima, a gente recolhe, coloca nos sacos e espera que o órgão responsável faça o recolhimento. A questão de cigarro é questão de educação, a pessoa tem que ter consciência que ela vai prejudicar alguém, que vai se prejudicar. No caso de terreno baldio, que a pessoa vai limpar e perde o controle tendo casa do lado, realmente há risco [de o fogo se propagar], principalmente porque o tempo anda muito seco, tem pouca chuva, muito vento. Então no caso de fazer limpeza em terreno, busque orientação, faça com cuidado, planeje, pode vir aqui com a gente ou procurar por outro órgão competente”, orientou Costa.

A gestora ambiental da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Sabrina Lima, alertou que seja por queima de lixo ou outro motivo, praticar queimadas em área urbana e rural, é ilegal, quem for pego praticando crime ambiental vai ser penalizado. “Qualquer faísca pode causar um grande incêndio. A pessoa pode ser responsabilizada por este ato, mesmo que tenha acontecido acidentalmente. Nossa cidade tem um clima quente e úmido o que favorece qualquer faísca formar um grande incêndio e as pessoas têm que tomar cuidado em relação as queimadas de lixo e isso de jogar ponta de cigarro as margens das rodovias, porque qualquer pequena atitude mesmo que não tenha intenção de provocar um incêndio, pode acabar ocorrendo e isso se torna um ato criminoso. Queimar lixo, queimada é um crime ambiental e existe a lei de crimes ambientais de 1998, que diz que queimar lixo é considerado crime ambiental e a pessoa responde por tal”, destacou.

O Código Ambiental Municipal (Lei 17.894, de 15 de dezembro de 2004) prevê como infração leve a queima de resíduos ao ar livre, comprometendo o meio ambiente e a qualidade de vida da população. 

Fonte: G1

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