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sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Amazonas registra recorde de queimadas em outubro, aponta Inpe

O Amazonas registrou novo recorde de incêndios neste ano. O número de casos de queimadas em floresta e vegetação em outubro chegou a 2.494 focos. O índice é o maior já registrado no período pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), que registra os dados via satélite há 17 anos.


O mês de setembro de 2015 já havia registrado recordo nos casos, com 5.882 queimadas. A quantidade é 90,3% maior que a máxima já registrada em 2009, com 3.091 focos. O acumulado de registros de queimadas no Amazonas atingiu 13.592.

Segundo o sistema de monitoramento de queimadas e incêndios por satélite, o mês de outubro de 2015 concentrou o maior número de queimadas no comparativo com o mesmo período dos anos anteriores. Houve um aumento de 162% em relação a outubro de 2014, quando 952 focos foram detectados.

O volume de incêndios no mês de outubro também superou a marca história anterior de 2.189, registrada no ano de 2009, até então o maior índice. O novo recorde é 13,9% maior do que o antigo.

Tendência crescente – Desde julho deste ano, o Amazonas registra número elevado de queimadas em diversas cidades. Entretanto, no último trimestre a situação ficou mais crítica.

Atualmente, o Inpe contabiliza focos de calor em diversas cidades. Autazes e Nhamundá lideram a lista com 23 casos. Em Maués, segundo o Instituto, há 17 casos. Ao todo, são 202 incêndios entre 1º e 11 deste mês.

Em Parintins, bombeiros foram acionados para conter um incêndio que atingiu o aterro sanitário da cidade na manhã do domingo (8). As chamas foram controladas na manhã desta segunda-feira (9), após cerca de 24 horas. Segundo a Secretaria de Limpeza Pública do município, há indícios de que o fogo começou de modo criminoso.

De acordo com o secretário de Meio Ambiente e Serviços de Limpeza Pública, Suammy Patrocínio, este é o terceiro incêndio que atinge o aterro em pouco mais de um mês.

De acordo com dados do Inpe, em agosto deste ano foram 4.548 focos. No mesmo período do ano passado foram 3.852, aumento de 18,1% foi registrado. O índice também é a maior marca dos últimos 17 anos de monitoramento. 

Fonte: G1

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