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sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Cruzeiro do cemitério é restaurado e obras continuam

Quem visita entes queridos, sepultados no Cemitério Municipal de Umuarama, já pode percebe as melhorias que estão sendo implantadas pela Administração de Cemitérios e Serviços Funerários (Acesf), atendendo recomendação do prefeito Celso Pozzobom. Nos últimos dias, foi concluída a restauração do cruzeiro, na praça central. Ele também ganhou pintura refletiva e iluminação, tornando-se visível da rua, à noite.

Além da restauração, a equipe também implantou calhas para a queima de vela, na praça central, e um espelho d'água que será abastecido durante períodos de grande visitação – como Finados, Dia das Mães e dos Pais, entre outros. Utilizando mão de obra própria, a Acesf reforçou a estrutura da grande cruz e aumentou o anel lateral. “O objetivo do espelho d'água é evitar que a parafina das velas grude no piso. É um cuidado que teremos a partir de agora, para facilitar a limpeza, preservar o monumento e evitar a contaminação do solo pelos materiais químicos das velas”, explicou o diretor, Vicente Fernandes Resende. Após as visitações, a água será drenada para evitar a proliferação de insetos.

A mudança inclui um ‘degrau’ para queima de velas e as canaletas, preenchidas com areia lavada na praça do cruzeiro, “o que também facilitará a limpeza e evitará o contato da parafina derretida com o solo”, acrescentou Vicente. O objetivo é evitar que os visitantes coloquem as velas diretamente no chão, seja na calçada ou no gramado. “Com a pintura e o holofote, o cruzeiro será visto de forma reluzente durante a noite, por quem passar do lado de fora dos portões”, completou.

Um conjunto de bancos de madeira, no entorno da praça, foi reformado, e nos próximos dias será construído um palco em alvenaria para celebrações religiosas próximo ao cruzeiro. A missa do dia 2 de novembro (Finados) também já foi marcada, faltando apenas a definição do melhor local – se na Avenida Parigot de Souza, à frente do cemitério, ou no interior do campo santo, como ocorria há alguns anos. “Vamos conversar sobre isso com a igreja católica e avaliar a melhor opção”, completou Vicente Resende.

Fonte: Jornal O Ilustrado

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