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segunda-feira, 15 de julho de 2013

Apesar de alternativas renováveis, a energia não está ficando mais limpa no mundo


Apesar do grande crescimento do uso de energia limpa, a matriz energética mundial não está ficando mais sustentável. A explicação? O uso de combustíveis fósseis para geração de energia cresce em ritmo muito mais acelerado, especialmente na China e na Índia.

Se esta situação não for revertida, no longo prazo o planeta poderá enfrentar um aquecimento global de até 6 graus centígrados, de acordo com a International Energy Agency. Já o Banco Mundial afirma que não há certeza de que os seres humanos poderão se adaptar a um aquecimento de mais de 4 graus. Portanto, se quisermos sobreviver como espécie, o uso de fontes de energia limpa terá que crescer drasticamente, enquanto o uso de combustível fóssil deverá baixar na mesma medida.

Roger Pielke Jr., professor de estudos ambientais da Universidade do Colorado, mostra no gráfico abaixo que a participação de energia livre de carbono ainda é uma mera fração do consumo de energia global – abaixo de 14%.

Mais do que isso: esta participação estagnou nos últimos 20 anos.

Conclusão: desde os anos 90, a matriz energética global não ficou mais limpa. Para mudar esta situação, governos (alô, Estados Unidos, China e Índia!) e grandes empresas (alô, Facebook!) deverão considerar prioritário o investimento massivo em fontes alternativas de energia, como: solar, eólica, hidrelétrica, geotérmica e nuclear (sim, ela mesma). Tanto quanto for necessário para derrubar as emissões de carbono no nível mais baixo possível e manter o aquecimento global abaixo de 2 graus.

Um grande desafio, sem dúvida. Quanto antes o mundo o encarar mais seriamente, mais chances teremos de encontrar uma solução.

Com informações do Washington Post.

Gabriel Mallet Meissner, editor da Revista Entremundos

Fonte: Mercado Ético

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