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segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Documentos de cemitérios de Campos, RJ, passam por levantamento e serão restaurados

Registros são a partir da década de 1920. Somente no Cemitério do Caju, o maior do interior do Rio, são mais de 30 mil túmulos.


Os documentos relativos a sepultamentos realizados nos 24 cemitérios públicos de Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense, estão sendo organizados, recuperados e recebendo melhor conservação. O trabalho feito pelo Arquivo Público, único laboratório de restauração do interior do estado, começou na quarta-feira (11) com o objetivo de preservar a história e a evolução da cidade.

Somente no Cemitério do Caju, o maior do interior do Rio, são mais de 30 mil túmulos. Para a historiadora do Arquivo Público de Campos Rafaela Machado, o trabalho é muito importante.

“Representa a história das epidemias, das doenças e das enchentes. A história dos mortos é também a história da evolução”.

São registros a partir da década de 1920, já que no período da fundação do Cemitério do Caju, entre 1865 até 1920, os documentos de sepultamentos foram perdidos. Dos que foram mantidos, grande parte está deteriorada.

Um termo corporativo foi assinado em março pela Companhia de Desenvolvimento de Campos (Codemca), Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima (FCJOL) e o Arquivo Público Municipal. Haverá a transferência para a guarda e tratamento técnico de todo o acervo.

O termo prevê ainda a identificação primária do acervo e que a gestão dos documentos seja expandida através de um sistema de banco de dados para organizar, estruturar e distribuir as informações.

"São cerca de 130 documentos. Realizamos o levantamento e, muitos deles, por estarem escritos com tinta esferográfica, acabam prejudicando ainda mais o nosso trabalho, já que precisam ser tratados a mão, com mais cuidado. Os outros podem ser levados diretamente às máquinas", explicou Rafaela Machado.

Segundo o assessor da Codemca, Heraldo Modesto, a importância da restauração não é só pela preservação da memória, mas também pela questão jurídica.

“Muitos livros foram perdidos. Agora, na parceria com o Arquivo Público ficamos tranquilos, pois sabemos que, além de ser restaurada, a memória estará preservada e quando as pessoas quiserem consultar. Estará tudo aqui”, pontua Modesto.

Fonte: G1

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