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terça-feira, 16 de abril de 2013

Fatma retira embargo de área atingida por óleo no sul da Ilha, em Florianópolis

Apenas 8% da área de mangue que fica próximo à subestação responsável pelo vazamento, ainda permanece embargada

A Fundação do Meio Ambiente (Fatma) retirou nesta segunda-feira o embargo de 92% da área de 730 hectares atingida por um vazamento de 12 mil litros de óleo de uma subestação da Celesc.

O vazamento foi detectado em novembro de 2012 entre o Ribeirão da Ilha e a Tapera, na região do sul da Ilha, em Florianópolis. Com a decisão estão liberadas e autorizadas as práticas de maricultura e cultivo de berbigão na região.

Mais de 20 análises feitas na água, em sedimentos e moluscos, comprovaram que não houve contaminação na área. Além disso, a modelagem hidrodinâmica indicou, através de cálculos, que o óleo não chegaria à área de cultivo da maricultura e de banho. Os exames realizados detectaram menos de 20 miligramas por litro do componente PCB (bifenila policlorada), mais conhecido como ascarel. Segundo os técnicos se o exame apontasse uma quantia de 50 a 500 miligramas do componente, o local permaneceria embargado, pois ainda apresentaria poluição.

Apenas 8% da área de mangue que fica próximo à subestação responsável pelo vazamento, ainda permanece embargada. Segundo técnicos da Fatma, estudos ainda serão realizados para verificar o impacto nesta área que ainda apresenta poluição.“Todas as evidências demonstram que o óleo não chegou à Baia Sul, onde são cultivados mariscos, ostras e extraido berbigões.

O embargo efetuado pela Fatma foi por precaução e já não será mais necessário” concluiu o presidente da Fatma, Gean Loureiro.

A Fatma condicionou o desembargo a uma série de medidas que a Celesc deverá adotar, como a remoção e destinação final adequada do solo e vegetação contaminados nas margens dos canais isolados, além da recuperação de toda a área degradada. A retirada do óleo e desvio de canais, medidas emergenciais exigidas pela Fundação, já foram realizadas. Em relação à maricultura, toda a atividade em Santa Catarina é monitorada frequentemente.  (Com informações da repórter Leda Malysz)

Fonte: Notícias do Dia

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