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sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Energia eólica pode responder por 18% da eletricidade mundial até 2050

Atualmente a energia eólica responde por 2,5% de participação na matriz elétrica mundial, mas esse número pode saltar para 18% até 2050, segundo dados de um relatório lançado na segunda-feira, 21 de outubro, pela Agência Internacional de Energia (AIE). De acordo com o documento IEA Technology Roadmap: Wind energy – 2013 Edition, os cerca de 300 gigawatts que essa fonte renovável entrega pode aumentar pelo menos sete vezes.


Para garantir este crescimento, contudo, a AIE prevê que serão necessários investimentos de cerca de US$ 150 bilhões por ano – quase o dobro dos US$ 78 bilhões investidos no setor em 2012.

O novo relatório é uma atualização de um documento publicado pela primeira vez em 2009, e prevê uma penetração muito maior de energia eólica na matriz mundial do que a quota de 12% estimada no estudo anterior.

A melhoria recente em tecnologias de energia eólica, bem como a mudança de contexto global de energia, em busca de fontes mais limpas, explicam o cenário mais positivo para o setor no longo prazo.

Menos gases-estufa

A China deverá superar a Europa e os Estados Unidos na produção de energia eólica, entre 2020 e 2025, projeta o relatório. Ainda segundo o estudo, com o crescimento do setor, o mundo deverá poupar emissões de gases efeito estufa de até 4,8 bilhões de toneladas por ano até 2050.

O Brasil também tem papel de destaque no relatório, que cita o país entre aqueles em que o custo da energia eólica encontra-se cada vez mais competitivo, “prevalecendo sobre as alternativas fósseis nos leilões de compra de longo prazo, garças a cobertura que proporciona”. O documento mostra um roteiro para que governos, indústria e centros de pesquisa consigam atingir uma redução no preço até 2050 – 25% no custo da energia em terra firme e 45% na água (off shore).

Diversos obstáculos podem, no entanto, retardar esse progresso. A lista inclui desde problemas de financiamento e de integração da rede até dificuldades com licenças e aceitação do público, pondera a AIE.

Fonte: Mercado Ético

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