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quinta-feira, 9 de maio de 2013

Serviço de Inspeção Veterinária apreende 10 toneladas de camarão e pescados em Joinville

Cerca de três toneladas de camarão vieram de Aracati, no Ceará, mas não passaram pela barreira da Cidasc
O Serviço de Inspeção Veterinária de Joinville interditou um galpão sem alvará e com cerca de 10 toneladas de camarão e pescado armazenados de forma ilegal na manhã desta quarta-feira (8), na rua Icaraí, no bairro Floresta. Cerca de três toneladas de camarão vieram de Aracati, no Ceará, mas não passaram pela barreira da Cidasc (Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina) em Garuva, no Paraná. A carga estava sendo embalada sem rótulos e será removida na quinta-feira (9) para descarte provavelmente em Joinville ou Balneário Camboriú. Os camarões e peixes ainda não foram transportados porque o volume é muito grande.

Uma equipe formada por dois veterinários e um fiscal sanitarista do Serviço de Inspeção Veterinária chegou ao local depois de receber uma denúncia sobre o funcionamento de um estabelecimento comercial clandestino. Segundo o veterinário Fabrício Rocha Silva,  o motorista alegou que parou em Joinville porque o caminhão quebrou e disse que passou a noite na cidade apenas para armazenar a carga antes de ir para Guaratuba. “Só que a nota de trânsito dele é do Ceará para Joinville e ele descarregou parte dessa carga no Ceagesp (Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo). A partir do momento que ele rompeu o lacre não tem mais origem”, informa.

Dois veterinários do Cidasc foram chamados para checar se a carga havia passado pela barreira do órgão. O Serviço de Inspeção Veterinária municipal deu prazo de 24 horas para o proprietário Antônio Amadeu dos Santos apresentar a documentação do estabelecimento, mas ele já afirmou que não tem. “Eu tinha uma empresa há muitos anos, mas ela estava parada e só de uns dois meses para cá eu estava prestando socorro para essa outra empresa deixar o material aqui. Eu ia tentar regularizar para alugar para eles”, disse. O motorista do caminhão e o empresário que administrava o reencaminhamento da carga não quiseram se manifestar sobre o caso.

Fonte: Notícias do Dia

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