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sexta-feira, 10 de maio de 2013

Sustentabilidade não é plantar árvore, provoca Schardong

Presidente do banco cooperativo Sicredi diz que promover a sustentabilidade nas organizações é um processo muito mais complexo
Por Dirceu Chirivino
O presidente executivo do banco cooperativo Sicredi, Ademar Schardong, advertiu os empresários que foram ouvi-lo na reunião-almoço da Federasul, em Porto Alegre, que as corporações contemporâneas devem se lançar com urgência à missão de introduzir e defender a cultura da governança e da sustentabilidade em seus processos de administração. Ele afirmou que para ser sustentável não basta apenas cuidar da natureza. “Governança não tem nada a ver com ´mandança´ e sustentabilidade não é plantar uma árvore no fundo do quintal”, argumentou.

Schardong lembrou as dificuldades que ele próprio enfrenta para a implementação desses processos no Sicredi, que vem a ser um conglomerado que abriga vários tipos de sociedades cooperativas. “Temos que compatibilizar o comportamento dos “donos” (associados), funcionários, fornecedores, stakeholders, a burocracia do Estado, etc,  antes de chegar aos consumidores. Temos que lidar com a sustentabilidade das próprias pessoas”,  destacou.

As dificuldades maiores se apresentam, segundo ele, quando se trata de aplicar normas que padronizam processos numa organização, como é o caso do Sicredi  que engloba 111 cooperativas, 2,3 mil sócios, 14 mil colaboradores, 1.386 unidades de atendimento, 2.868 caixas eletrônicos e 760 instituições conveniadas.  Sobre o desempenho do Sicredi, Schardong comemorou a consolidação das parcerias com a IFC (International Finance Corporation) e com o banco holandês RaboBank. Revelou que a empresa deverá alcançar  2,5 mil sócios e crescer entre 22% e 25% até o final do ano. Estimou que o valor de financiamentos para este ano deverá chegar aos R$ 18 bilhões, com 60 % dos tomadores no Rio Grande do Sul.

Ademar Schardong diz se orgulhar de fazer parte  de uma geração que trabalhou pela estabilização da economia do país e alerta que as próximas gerações terão que tratar de resolver os problemas da educação, da saúde e da infraestrutura, que estão a descoberto pela dificuldade dos governos em dar à sociedade a contrapartida do montante que arrecada em impostos.

Fonte: Revista Amanhã

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