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Pesquisas ambientais na Amazônia devem integrar questões socioeconômicas

A Amazônia está em transição. A alternância entre períodos de secas seguidos por cheias, uma das características principais da região, está mais espaçada. Estima-se que a cada década a temporada de estiagem ganhe 6,5 dias, ou um mês de seca a mais a cada 40 anos.

New York Times destaca artigo de pesquisadores da Coppe

O New York Times deu destaque nesta quarta-feira, 26/9, ao artigo The threat of political bargaining to climate mitigation in Brazil (A ameaça da barganha política para a mitigação climática no Brasil)” assinado pelos professores Roberto Schaeffer, Alexandre Szklo e André Lucena, e pesquisadores Pedro Rochedo, Alexandre Koberle e Regis Rathmann, do Programa de Planejamento Energético da Coppe/UFRJ.

Manguezais da Amazônia armazenam duas vezes mais carbono por hectare que a floresta tropical da região

Os cientistas determinaram, pela primeira vez que, os mangues costeiros da Amazônia, crescentemente desmatados para pastos de gado e produção de de camarões, armazenam significativamente mais carbono por hectare do que a famosa floresta tropical da região.
Por Chris Branam*

Farinha de grilo e barrinhas de besouros: estes brasileiros apostam em insetos como alimento

Essas caraterísticas têm levado a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO, na sigla em inglês) à valorização de um tipo de alimento que enfrenta grande resistência cultural no Ocidente: os insetos, cuja ingestão ganha o nome de “entomofagia”.

Ocupação na Mata Atlântica fez sumir metade das populações de mamíferos

Pelo menos metade dos grupos de mamíferos da Mata Atlântica já se encontra, em média, extinta localmente em vários pontos do bioma. É o que mostra um levantamento que analisou pela primeira vez 500 comunidades desses animais ao longo de toda a Mata Atlântica e os impactos nelas provocados por distúrbios humanos desde a chegada dos portugueses ao Brasil.

Padrões climáticos mais persistentes nos EUA estão ligados ao aquecimento do Ártico; Clima extremo se tornará mais comum

Condições meteorológicas persistentes, incluindo períodos secos e úmidos, geralmente aumentaram nos Estados Unidos, talvez devido ao rápido aquecimento do Ártico, de acordo com um estudo conduzido pela Rutgers.
Por Todd B. Bates, Rutgers University–New Brunswick*

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