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quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Batalhão Ambiental apreende 307kg de pescado ilegal em feira, no AM

Uma fiscalização do Batalhão Ambiental da Polícia Militar de Manaus apreendeu pescado e quelônios na manhã desta quinta-feira (15). A ação ocorreu na feira da Panair, bairro Educandos, Zona Sul da capital.

A ação apreendeu 130 kg de tambaqui, 30 kg de pirarucu fresco, 147 kg de pirarucu seco e oito quelônios. Segundo o responsável pela operação, tenente Daniel Abreu, a fiscalização é rotineira e visa fazer cumprir a proibição da venda do pirarucu. Esse peixe só pode ser comercializado se tiver origem de cativeiro, segundo a lei ambiental.

Outro foco é fiscalizar a venda de outras seis espécies que entram em período de defeso nesta quinta (15). “A comercialização do aruanã, matrinxã, pacu, sardinha, mapará e pirapitinga estão proibidas até o dia 31 de março”, afirmou o tenente Abreu.

O feirante responsável pelo tambaqui e a responsável pelos quelônios foram encaminhados ao 1º Distrito Integrado de Polícia, devido a Delegacia Especializada em Crimes contra o Meio Ambiente (Dema) não funcionar neste feriado. “A mulher não assumiu a mercadoria era dela, mas só a presença do quelônio já é suficiente para encaminhá-la à delegacia”, disse o tenente. Os policiais do Batalhão Ambiental estão na feira da Panair desde às 7h da manhã. As fiscalizações devem ocorrer de 15 em 15 dias em feiras alternadas.

Protesto – O feirante responsável pelos 130 kg de tambaqui, Jackson Cruz, afirmou ter a guia de comercialização do pescado e que não entendia porque estava sendo detido e a carga sendo apreendida. “Eu tenho todos os documentos e minha guia de comercialização do peixe estava no pescado”, afirmou o comerciante.

No entanto, o sargento do Batalhão Ambiental, Natanael Freire, explicou que é necessário possuir documentações que comprovem a quantidade adquirida pelo comerciante ao frigorífico.

“É necessário ter o recibo. No caso do Jackson, havia a identificação de uma grande quantidade de peixe que um feirante não compra por ser uma quantidade digna de frigorífico. Há o risco do comerciante adicionar outros peixes na carga que não passaram pela fiscalização”, explicou o sargento.

Fonte: G1

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