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quarta-feira, 22 de maio de 2013

Brasil não tem regulamentação sobre insetos produzidos para a alimentação

O incentivo às dietas que incluam o consumo de insetos tem proporcionado novas discussões entre os brasileiros. A recomendação foi feita na última semana pela Organização das Nações Unidas e ainda gera dúvidas sobre sua popularização em meio aos hábitos tradicionais do Brasil.
Conforme reportagem publicada no G1, ainda não existe regulamentação ou menção sobre o consumo de insetos no Guia Alimentar para a População Brasileira e a Secretaria de Segurança Alimentar e Nutricional, do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, acredita que esse não seja um hábito recorrente à cultura local.

Mesmo assim, existem regiões do Brasil em que alguns insetos se fazem presente em pratos tradicionais. Este é o caso do consumo da formiga popularmente conhecida como Tanajura, que é bastante apreciada em Minas Gerais e no Nordeste, usada como um dos ingredientes de uma farofa. A larva do besouro Pachymerus nucleorum, também é consumida por moradores da zona rural.

A justificativa da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) é o fato de que os insetos podem ser altamente nutritivos, devido à imensa quantidade de proteína que possuem. Isso os coloca como solução barata e eficiente para reduzir os níveis mundiais de desnutrição.

Os insetos já estão presentes nos pratos de países da África, Ásia e, até mesmo, na América Latina. No Brasil, existe apenas uma empresa que produz insetos para o consumo, no entanto, ele atualmente é destinado apenas aos animais. A Nutrinsecta já solicitou uma licença para o tipo de produção ao Ministério da Agricultura, mas nunca recebeu resposta. Agora o presidente do grupo, Luiz Gonçalves, espera expandir a produção também para o consumo humano.

Os insetos destinados ao consumo devem ser produzidos especificamente para este fim. Portanto, não é indicado que as pessoas consumam insetos encontrados em qualquer local, mesmo que eles estejam entre as opções usadas para a alimentação. Em declaração ao G1, o especialista Eraldo Costa Neto, explica que ainda é necessário haver muito estudo para a definição de quais espécies são indicadas ou não para serem incluídos na alimentação.

Fonte: Mercado Ético

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