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terça-feira, 14 de outubro de 2014

Bombeiros suspendem combate a incêndios na Serra da Cantareira

Segundo bombeiros, não é seguro trabalhar sem visibilidade na região.
Trabalho de combate às chamas será retomado nesta terça (14).



O Corpo de Bombeiros suspendeu no início da noite desta segunda-feira (13) o combate aos incêndios que atingem a Serra da Cantareira e matas da Zona Norte de São Paulo. Segundo a corporação, a falta de iluminação e baixa visibilidade na região não dão segurança ao trabalho de suas equipes de trabalho.
O trabalho de combate às chamas será retomada às 7h30 desta terça (14), informou o Corpo de Bombeiros.
No dia mais quente de outubro, os bombeiros receberam vários chamados durante todo o dia para combater focos de incêndio em São Paulo, principalmente na Serra da Canteira e em outras matas da região da Zona Norte da capital.

A corporação recebeu um chamado de foco de incêndio a cada 8,5 minutos em todo o estado de São Paulo. Desde junho, foram registradas 393 ocorrências deste tipo, informou o SPTV. E, em todo o estado, nos últimos quatro meses, a área de vegetação destruída corresponde a 32 mil campos de futebol.
Os bombeiros tiveram de recorrer ao helicóptero Águia, da Polícia Militar (PM), para combater um dos focos de incêndio na Cantareira. Com o auxílio de um cesto, o aparelho recolhia água de um lago quase seco, localizado próximo ao Aeroporto Internacional de Guarulhos, na região metropolitana, e a despejava no fogo. A maior dificuldade é acessar os locais dos focos, muitas vezes inacessíveis por terra.
Para evitar as queimadas neste período de estiagem, os bombeiros recomendam que não se jogue bitucas de cigarros na estrada ou grandes avenidas e nem que se deposite lixo, principalmente vidro, em terrenos baldios.

O calor de 35,9ºC registrado nesta segunda-feira foi a temperatura mais alta verificada na cidade de São Paulo em outubro. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a marca foi alcançada por volta das 15h na estação oficial no Mirante de Santana, na Zona Norte. A umidade relativa do ar chegou a 13%.
O recorde de temperatura do ano aconteceu no dia 7 de fevereiro, quando os termômetros registraram 36,4°C. O recorde absoluto foi em janeiro de 1999, quando foi registrado 37,7°C.
Além da medição oficial usada em comparativos históricos, realizada sempre pelo Inmet em Santana, o calor na capital também foi medido em outros bairros pelo o Centro Gerenciamento de Emergências (CGE), órgão da Prefeitura de São Paulo.

O CGE verificou máxima de 37,8°C na região do Jaçanã-Tremembé, também na Zona Norte. A sensação térmica chegou a 39%.

A Coordenadoria Municipal de Defesa Civil (COMDEC) colocou toda a cidade em estado de alerta para baixa umidade do ar desde 11h10.
Sem previsão de chuvas
Segundo a meteorologista do Inmet Helena Balbino, não há previsão de chuvas para os próximos dias. Uma frente de instabilidade que chega à atmosfera nesta quarta (15) deve melhorar a qualidade do ar, mas não tem força para gerar precipitações. "A previsão é de que passe a ter um pouco mais de instabilidade na atmosfera que, se tivesse menos seca, provocaria chuva. Como não está, só terá mais umidade”, diz.
Helena explica que as temperaturas não devem baixar tão cedo. “Tem previsão de muito calor, tem um bloqueio atmosférico que está causando isso”, afirma.
Temperatura nos bairros
Segundo dados do CGE, a temperatura máxima média na cidade foi de 36,1°C. O ponto com a medição mais alta foi no bairro do Jaçanã-Tremembé, na Zona Norte, onde os termômetros marcaram 37,8°C, seguida pela região da Penha, Zona Leste, com 37,7°C, e Capela do Socorro, Zona Sul, com 37°C.
Ainda segundo o CGE, a umidade do ar ficou em 19,8%, chegando a registrar 17,7% em Santana, Zona Norte, e na Vila Prudente, Zona Leste, e 17,8% em Itaquera, também na Zona Leste.
Segundo os meteorologistas do CGE, a sensação térmica ficou entre 38°C e 39°C.

Qualidade do ar: péssima e muito ruim
A Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb) informou que, pela primeira vez desde a adoção de novos parâmetros de medição, o ar registrou qualidade péssima no Ibirapuera e na Cidade Universitária no domingo (12).
Nesta segunda, os dois pontos marcaram qualidade muito ruim. Também atingiram esse nível os bairros de Cerqueira César, Itaquera, Interlagos e a região central de São Bernardo do Campo.

Sem informação
Ao menos um relógio digital de rua de São Paulo, que também marca a hora e a temperatura, não apontava a qualidade do ar na manhã desta segunda-feira.
O mapa de poluição do ar na Grande São Paulo também não foi exibido durante parte da manhã no site da Cetesb. O G1 procurou a companhia questionando o motivo da falha, mas não obteve retorno.
O relógio que estava com a área destinada à qualidade do ar apagada fica na região do Ibirapuera, que registrou qualidade péssima do ar, segundo o Bom Dia São Paulo.
De acordo com a Cetesb, a qualidade péssima do ar faz aumentar o risco de doenças respiratórias e cardíacas.

Fonte: G1

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