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quarta-feira, 27 de abril de 2016

Jovens se unem para ensinar conceito de agroflorestas a produtores rurais

A rede de jovens arrecada recursos por conta própria para viabilizar a formação de novos produtores.Uma boa semente, quando plantada em terra fértil, nasce, floresce e frutifica. Com essa mesma lógica, um grupo de jovens brasileiros se uniu para fazer dos próprios corações um campo nascedouro de esperança. O Movimento de Agroflorestores de Inclusão Sintrópica (MAIS) tem por objetivo fomentar, por meio da formação de produtores, a criação de novas salas de aula de agrofloresta no Brasil.

Tudo começou durante o último curso de Sistemas Agroflorestais realizado no Sítio Semente, do biólogo discípulo de Ernest Gotsch, Juã Pereira, em Brasília. A turma contou com um aluno especial: Martinho Barbosa. O produtor saiu de Varzéa Queimada, Jaicós (PI), especialmente para apreender sobre a agricultura sintrópica, por meio do financiamento coletivo articulado pelo artista e agricultor, Antonio Gomides. A história do produtor e a possibilidade de transformação social por meio da agrofloresta tocou outros alunos.

Desde então, a ideia do movimento saiu da cabeça para o papel e, a cada dia ganha mais força com novos membros e colaboradores. A rede de jovens arrecada recursos por conta própria entre si e/ou com suas redes pessoais de contato para viabilizar a formação de novos produtores. “Nem todo mundo pode pagar por um curso de agrofloresta, mas se nós conseguirmos possibilitar isso a pequenos produtores, ou produtores que desejem transformar suas comunidades podemos criar uma grande rede de salas de aula da agrofloresta, para transformar nosso país”, explica Antonio Gomides.

Realidade agrícola

O Brasil possui uma das maiores biodiversidades do planeta, mas convive diariamente com a destruição provocada pela agricultura e pecuária convencionais e o extrativismo. Nesse cenário, a agrofloresta surge como uma possibilidade de produzir alimentos de forma consciente e farta. “Esse é o caminho possível de uma nação, onde os recursos são valiosos e tratados com respeito, no uso consciente do que a natureza nos dá para um destino favorável de educação, paz e harmonia”, afirma Antonio Gomides.

Fonte: Ciclo Vivo

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