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segunda-feira, 10 de abril de 2017

Cemitérios tecnologicamente preparados para o futuro

Cemitérios ocupam grandes espaços e alguns tentam antecipar soluções para possíveis problemas ambientais. Na Austrália, por exemplo, cadáveres serão sepultados em uma reserva natural.
No Cemitério Lismore Memorial Park, que fica em Nova Gales do Sul , o cadáver é enterrado entre árvores de eucalipto que exalam um leve perfume no ar, compartilhando a paz e a quietude de um santuário de Coalas. A preocupação com o meio ambiente não está apenas em resolver problemas de espaço. O local utiliza somente caixões de madeira reciclada, ou pinho de reflorestamento, e evita a cremação, que libera gases prejudiciais na atmosfera terrestre. Para que os parentes não se percam no meio do mato, a posição de cada cadáver é cadastrada com uma latitude e uma longitude, um GPS irá fornecer a localização. Para evitar que o visitante derrame lágrimas na cova de outrem, o cemitério garante que “cada corpo estará a pelo menos 5 metros de distância um do outro“, pois “o sistema GPS não possui qualidade posicional suficiente para que os mortos sejam enterrados mais próximos“.

Provavelmente, os administradores desconhecem o erro médio de posicionamento em um GPS de Navegação ou pretendem localizar os corpos com equipamento geodésico ou usando diferencial para afirmar que 5 m é suficiente para uma localização inequívoca. Desta maneira, é possível que muitos familiares se prostrem diante de moitas, árvores, pedras, acreditando que estarão diante dos restos de seus familiares. Para incentivar o aumento da população neste tipo de cemitério, o enterro chega a custar até US$ 1.000 a menos do que um tradicional. Segundo a administração do cemitério, não se trata de uma jogada de marketing para que empresas de GPS vendam mais aparelhos à pessoas que visitem com alguma regularidade seus parentes que já morreram. Eles informam que os aparelhos serão emprestados aos visitantes.

Fonte: Blog Turismo Cemiterial

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