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sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Cemitério abrirá com 3% da capacidade

Prefeitura inicia concorrência para obras complementares na nova necrópole, ao valor de até R$ 2,9 milhões


A Prefeitura de Jaú abriu concorrência para realizar as obras complementares no Cemitério Parque das Flores, adquirido em 2014 por R$ 8,4 milhões. O Poder Executivo pretende gastar até R$ 2,9 milhões para edificar jazigos, estação de tratamento, banheiros, salas de velório, de administração e de apoio. Os investimentos serão custeados com recursos próprios e o valor final pode ser menor, tendo em vista que vencerá o certame a concorrente que oferecer o preço mais baixo.

Inicialmente, 582 jazigos serão construídos, ou 3,6% de toda a capacidade da necrópole, que comporta até 16 mil jazigos. O tempo de saturação do local, que quando estiver completo é de 20 anos, será de quatro anos neste primeiro momento.

A empresa que vencer a concorrência deverá escavar a área para construção dos jazigos, com ligações para a estação de tratamento de necrochorume. 

Os sepultamentos serão feitos nestas gavetas, sem a presença de túmulos. Do lado de fora, o que se verá será apenas um grande gramado e placas, como nos cemitérios-parques. O padrão das inscrições e a permissão para colocação de símbolos e outros itens ainda não foi estabelecido.

De acordo com o secretário de Projetos, Alessandro Scudilio, a Prefeitura não vai construir todos os jazigos agora por falta de recursos. “Haverá um monitoramento ambiental deste espaço, isso é algo que a Cetesb exige para viabilizar o local”, explica.

Terminada a licitação, a vencedora terá 18 meses para executar os serviços.

Impasse

A Prefeitura de Jaú foi condenada pela Justiça a providenciar uma nova necrópole, com a saturação do Cemitério Ana Rosa de Paula, na Avenida Frederico Ozanan. Atualmente, neste local, só são sepultados corpos de pessoas cujas famílias possuem terreno ou lápides adquiridas.

Quem não tem propriedade nesta área é sepultado no Cemitério João do Rêgo, no Distrito de Potunduva, que de acordo com o edital, “encontra-se no limite de sua capacidade”.

A aquisição do terreno em três parcelas, no segundo ano de administração do prefeito Rafael Agostini (PSB), foi questionada em ação popular movida por cidadão no ano passado. A Justiça de Jaú considerou o processo improcedente. Atualmente, a peça está no Tribunal de Justiça – o julgamento foi incluído na pauta do dia 13 de novembro.

Fonte: Jornal Correio do Jahu

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