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segunda-feira, 27 de abril de 2015

ONS revê para baixo previsão de água em represas de hidrelétricas

Faltando menos de uma semana para o término oficial do período de chuvas, o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) voltou a rever para baixo a previsão para o armazenamento de água nas represas de hidrelétricas do Sudeste e Centro-Oeste no fim de abril.


De acordo com o mais novo relatório do órgão, divulgado nesta sexta-feira (24), no melhor cenário essas represas devem fechar o próximo dia 30 com nível médio de 33,1%. Na semana passada, a previsão era que esse índice seria de 33,8% e, há duas semanas, de 34,4%.

Já no pior cenário, o armazenamento nas represas ficaria em 32,3%, segundo o ONS. Na semana passada, a expectativa era de que seria de 32,4%.

O relatório prevê ainda que as chuvas devem despejar nos reservatórios do Sudeste e Centro-Oeste, no acumulado de abril, entre 86% e 89% da água esperada para o mês. Na semana passada, o esperado era que o índice ficasse entre 83% e 92%.

Mesmo com o novo rebaixamento, os números ainda estão dentro do que o ONS considera suficiente para evitar que o país volte a enfrentar racionamento de energia em 2015.

Em novembro, o diretor-geral do órgão, Hermes Chipp, disse que o atendimento à demanda por energia no país estaria garantido neste ano se os reservatórios do Sudeste e Centro-Oeste chegassem ao fim de abril com nível médio entre 30% e 35%.

A preocupação é maior com as represas dessas duas regiões porque as usinas instaladas ali são responsáveis por cerca de 70% da capacidade de geração elétrica do país. Nas últimas semanas, o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, tem dito que a possibilidade de faltar energia no Sudeste e Centro-Oeste em 2015 “está cada dia mais distante.”

Período úmido – O final do mês de abril marca o encerramento do chamado período úmido, que tem início em novembro, e quando as chuvas no Sudeste e Centro-Oeste são mais intensas. Nessa época, os reservatórios normalmente voltam a se encher, depois de baixarem no período seco (de maio a outubro). Desde o final de 2012, porém, tem chovido menos que o esperado.

Oolu vme de água chegando a esses reservatórios é menor que o verificado em 2001, ano em que o país enfrentou o último racionamento. Os consumidores só não foram submetidos a um novo racionamento ainda porque, hoje, o Brasil tem uma quatidade bem maior de termelétricas, usinas que geram energia por meio da queima de combustíveis como óleo e gás e, assim, ajudam a poupar água das hidrelétricas.

Desde 2012, portanto, o governo vem mantendo ligadas todas as termelétricas disponíveis. Elas são responsáveis atualmente por cerca de 20% de toda a eletricidade consumida no país. O problema é que essa energia é mais cara e vem gerando fortes aumentos nas contas de luz. 

Fonte: G1

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