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quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Voluntário britânico recebe droga experimental contra ebola em teste

Pesquisadores da Universidade Oxford, no Reino Unido, anunciaram que aplicaram uma vacina contra o ebola em um voluntário britânico nesta quarta-feira (17). O medicamento foi produzido pelo laboratório GlaxoSmithKline.


A vacina em teste, que a GSK codesenvolveu com os Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos, também foi ministrada a dez voluntários norte-americanos que participam de um experimento. Até agora não houve sinais de reação adversa, disseram os médicos.

Concebida para mirar especificamente a cepa Zaire do ebola, manifestada na atual epidemia no oeste da África, a pior já registrada, a droga não contém material do vírus infeccioso, só um de seus genes. Desta forma, os especialistas afirmam não haver temor de que algum dos pacientes contraia a doença mortal.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, a OMS, 2.461 pessoas morreram pela doença e há 4.985 contaminados.

Impacto econômico – Novo relatório publicado pelo Banco Mundial alerta que a epidemia de ebola pode gerar, até 2015, perdas de quase US$ 2 bilhões (R$ 4,6 bilhões) nos três países africanos mais afetados pelo vírus e ter um efeito “catastrófico” nestas já frágeis economias.

O documento afirma que, se a epidemia não for contida em breve, o impacto econômico negativo no próximo ano pode ser oito vezes maior do que se ela for controlada.

Brasil não tem caso suspeito – O Brasil segue sem casos suspeitos de ebola, segundo o Ministério da Saúde. Os serviços de saúde do país já estão em alerta para identificar pacientes que possam ter tido contato com o vírus.

A OMS estuda a fabricação de oito medicamentos e duas vacinas para tratar a doença.

Um problema grave que fomenta a epidemia atualmente é que nos países africanos afetados há hábitos tradicionais como lavar os cadáveres antes do funeral, o que gera um contato capaz de transmitir o ebola.

A OMS agência das Nações Unidas já disse publicamente que essas práticas culturais “contribuem fortemente” para a epidemia. Além disso, há muito movimento de pessoas através das fronteiras de Guiné, Libéria e Serra Leoa, o que possibilitou à epidemia se tornar internacional. 

Fonte: G1

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