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quarta-feira, 2 de março de 2016

Ferramenta calcula valor econômico das florestas urbanas

Software foi desenvolvido pelo Serviço Florestal dos Estados Unidos.

Uma pesquisa da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP está avaliando a utilização do software i-Tree, uma ferramenta inovadora que consegue quantificar o valor econômico que a vegetação do Parque do Ibirapuera pode devolver à cidade de São Paulo. O trabalho do administrador de empresas Fernando Antonio Tolffo propõe a valoração das áreas verdes livres e dos parques urbanos como recurso que integre estratégias para o desenvolvimento da qualidade ambiental das cidades. O estudo também destacou a importância e efetividade das florestas urbanas e áreas verdes na redução os impactos causados pela urbanização acelerada.

O i-Tree é um software desenvolvido pelo USDA Forest Service, nos Estados Unidos, e uma equipe de colaboradores institucionais, sendo revisado periodicamente. “Ele proporciona o dimensionamento e a valoração de vários serviços ecossistêmicos, ou, para alguns, ambientais, proporcionados pela vegetação arbóreo-arbustiva presente nas cidades”, afirma o Tolffo. “São utilizadas uma grande série de dados atmosféricos e fitossociológicos, que foram obtidos em diversas instituições de pesquisa, adaptados e transferidos para processamento pela equipe do i-Tree nos Estados Unidos”.

De acordo com Tolffo, as árvores urbanas exercem as mesmas “funções” de suas congêneres no campo. “Agrupadas ou isoladas, elas favorecem a redução do escoamento das águas pluviais, melhoram a qualidade do ar pela filtragem e absorção dos poluentes atmosféricos considerados no estudo, sequestram CO2, favorecem a economia de energia e as propriedades próximas a áreas verdes são normalmente mais valorizadas, além de questões vinculadas à melhoria do microclima, como as ilhas de calor”, aponta.

“São esses os serviços ecossistêmicos, aspectos que podem ser conhecidos e valorados a partir da aplicação do i-Tree, tanto em pequenas áreas verdes livres como para o total da vegetação remanescente em uma metrópole”.

Da Agência USP, para mais informações sobre esta tecnologia clique aqui.

Fonte: Ciclo Vivo

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