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sexta-feira, 24 de março de 2017

Arte no cemitério

Em um despretensioso passeio por um cemitério se pode encontrar desde obras singelas, construídas por autores anônimos, até peças de relevante valor artistico. Basta ter olhar atento, e um pouco de informação. Uma das obras mais importantes do século XX por exemplo, "O Beijo" do romeno Constantin Brancusi pode ser vista num Cemitério.


"O Beijo" é uma escultura que mostra dois amantes entrelaçados num beijo apaixonado só se distinguem o suficiente para serem identificáveis como indivíduos diferentes. Apenas uma linha mediana separa os corpos colados. Das duas figuras vêem-se apenas os olhos, a boca (reduzida a um minúsculo traço de união) e os cabelos, sugeridos em algumas incisões curvadas, enquadrando os rostos amorosos entrelaçados. Brancusi privilegiou a simplicidade formal e a coerência à expressividade das figuras. Constantin Brancusi realizou uma primeira versão de "O Beijo" em 1907, depois a simplificou e a transformou em monumento fúnebre no cemitério de Montparnasse, em 1910, dedicando-a a uma amiga que se suicidou por amor.

Brancusi reduziu as suas esculturas ao mais básico, ao mais abstrato, emprestando-lhes uma vitalidade rudimentar. Este artista significou uma influência extraordinária na escultura e arte abstrata em geral do século XX. A grandiosidade simples das suas obras provoca uma sensação de liberdade e de força. E a genialidade deste artista não é reconhecida apenas em valores artísticos.  Uma escultura do artista plástico romeno quebrou um recorde mundial em leilão na Christie's, de Nova York, ao ser US$ 27,456 milhões (cerca de R$ 68,5 milhões). Trata-se da escultura Pássaro no Espaço, uma peça de mármore que mostra uma ave subindo aos céus.

O recorde anterior pertencia a outra obra de Brancusi, "Danaide", vendida por US$ 18,1 milhões, em maio de 2002.

Fonte: Turismo Cemiterial

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