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segunda-feira, 8 de abril de 2013

Usando a energia eólica em condições de geração flutuante


Incorporar a energia eólica em redes de energia existentes é um desafio, porque a velocidade do vento é flutuante e as turbinas, em razão de mudanças de direção e velocidade do vento, podem gerar energia de forma inconsistente.

Juntamente com a demanda variável dos clientes de energia, muitos gerentes de parques eólicos acabam perdendo potencial de geração de energia e a capacidade de controlar a vida útil das turbinas, através do controle de ativos – incluindo turbinas totalmente paradas – visando evitar possíveis danos à rede de energia em razão das oscilações durante a produção.

Em um artigo publicado no Journal of Renewable and Sustainable Energy, do American Institute of Physics, pesquisadores propõem uma nova estratégia para otimizar a eficiência de geração de energia e melhor controle operacional dos parques eólicos.

A nova estratégia é baseada em previsões contínuas de como os ventos flutuantes afetarão a capacidade de geração máxima de cada turbina. Ela também incorpora fatores que faltam nas estratégias de controle de fazendas de vento, incluindo a geração de energia diferente entre as turbinas, as flutuações reais da capacidade de geração de energia, erros de previsão, interrupções de comunicação, prevenção de controle ativo, e controle ativo da capacidade das turbinas.

Para demonstrar a viabilidade da nova estratégia, os pesquisadores compararam as suas previsões com os dados brutos de uma única turbina de vento. A equipe, então, foi refinando seus cálculos, simulando a operação e controle com os dados de um parque eólico de 33 turbinas.

Os resultados sugerem que o gerenciamento dos parques eólicos pode realmente melhorar em sua eficiência de geração de energia com a nova estratégia.

No entanto, os pesquisadores alertam que antes de implementar a estratégia, cada gerente de parques eólicos deve ajustar os parâmetros subjacentes – como a frequência de ajuste de velocidade de cada turbina – com base nas condições locais.

Fonte: EcoDebate

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