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terça-feira, 9 de abril de 2013

Governo avalia se acata ordem judicial que determina adequação do Hospital Infantil da Capital




Descumprimento de qualquer uma das 17 medidas rende multa diária de R$ 5 mil


O governo avalia se acata ou recorre da intimação judicial que obriga o Estado a tomar providências urgentes em relação a reformas, equipamentos e contratação de pessoal para garantir o funcionamento adequado do Hospital Infantil Joana de Gusmão. Na sexta, a Procuradoria Geral do Estado recebeu intimação da Vara da Infância e Juventude, que obedece à ação movida pelo Ministério Público.

O descumprimento de qualquer uma das 17 medidas, como concluir obras de reforma da UTI e do centro cirúrgico em seis meses, contratar em dez dias tantos servidores quantos forem necessários para reativar leitos no setor de oncohematolgia e UTI ou concluir as obras e a completa reativação da oncohematologia em 30 dias, significa multa diária de R$ 5 mil, a ser revertida para o Fundo Municipal da Infância e Adolescência. “Muitas das exigências já estão sendo cumpridas ou encaminhadas”, diz o secretário de Estado da Saúde, Dalmo Claro de Oliveira. Ele afirma que a reabertura de uma das salas de cirurgia deve ocorrer nesta quinta-feira e as reformas da área do centro cirúrgico, centro de materiais esterilizados e UTI ficarão prontas até o final do ano.

Recentemente, os pacientes da UTI, com infiltração, foram remanejados para o setor de cardiologia, que abrigava temporariamente os pacientes em tratamento de câncer. Nesse ínterim, foi fechada uma das três salas de cirurgia por falta de pessoal. “Precisamos de no mínimo cinco salas de cirurgias, mais médicos e que as reformas terminem. Fico muito feliz em saber que a Justiça acata a necessidade de assegurar que as reformas tenham início, meio e fim, que realmente sejam concluídas em um prazo real”, declara o anestesista do Infantil e presidente do Simesc (Sindicato dos Médicos de Santa Catarina), Cyro Soncini.

Dalmo informa que atualmente o Infantil disponibiliza 122 leitos, sendo que 151 poderiam ser ativados em breve e 175 depois das reformas. “O hospital deveria oferecer entre 170 e 180 leitos. Os fechados fazem muita diferença no dia a dia”, rebate Soncini.

Fonte: Notícias do Dia

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