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segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Exploração petrolífera pode contaminar 1ª reserva natural africana, alerta WWF


A organização de defesa do meio ambiente Fundo Mundial para a Natureza (WWF, na sigla em inglês) alerta sobre os riscos de uma possível exploração petrolífera na primeira reserva natural declarada do continente, o Parque Nacional Virunga, situado na República Democrática do Congo. Reportagem da EFE, no UOL Notícias.

Em um comunicado emitido nesta quinta-feira (1º), a organização avisa que as atividades de exploração contaminariam a reserva, aumentariam a instabilidade em uma região já volátil e representariam uma perda de empregos para a população local que vive da natureza.

Segundo análise independente citada pela WWF, o Parque Nacional Virunga – que se une com as vizinhas Uganda e Ruanda – poderia gerar US$ 1,1 bilhão por ano se for desenvolvido de forma sustentável.

Além disso, a ONG citou que o parque tem potencial para criar 45 mil empregos através de investimentos em energia hidrelétrica, ecoturismo e na indústria pesqueira.

“Virunga representa uma propriedade valiosa para o Congo e contribui ao patrimônio da África como o parque mais antigo e com a maior biodiversidade do continente – com 3.000 espécies animais, entre elas, os gorilas de montanha, em risco de extinção”, lembrou a organização ambientalista em documento.

Neste sentido, o texto indica que “os planos para sua exploração e exploração petrolífera põem seu valor em perigo”.

Para o diretor da WWF no Congo, Raymond Lumbuenamo, o futuro do país africano “depende do crescimento econômico sustentável”. “A extração de petróleo poderia ter consequências devastadoras para as comunidades locais, que necessitam do pescado e da água de Virunga”, completou.

Em junho, o Comitê do Patrimônio Mundial da Unesco pediu o cancelamento de todas as permissões de exploração petrolífera em Virunga, solicitando aos adjudicatários (as petrolíferas Total e Soco) para não desenvolverem atividades em lugares considerados Patrimônio pela organização.

Fonte: EcoDebate

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