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quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Projeto de sustentabilidade tenta revitalizar Detroit em meio a falência

Cidade que cultua os carros como poucas no mundo, desde os anos 1950, a norte-americana Detroit vive hoje uma crise econômica e estrutural sem precedentes. Em 18 de julho, a metrópole apresentou falência de US$ 18 bilhões (cerca de R$ 40 milhões), sendo que até mesmo a coleção de 65 carros clássicos do Museu Histórico estão entre os ativos que podem ser vendidos para pagar os credores, segundo reportagem da Bloomberg.

O negócio de automóveis, que em 1950 fez de Detroit a quarta maior cidade dos EUA, também permitiu sua destruição e despovoamento. “Isso criou um lugar maior do que San Francisco, Boston e Manhattan juntos que hoje é impossível de ser mantido. O carro permitiu que os empregos migrassem para fora da própria cidade, e até mesmo desanimou a criação de um sistema de transporte regional”, descreve o repórter Mark Niquette.

É nesse contexto que nasce o Detroit Future City, um projeto de recuperação sem fins lucrativos. Junto a ele, o legislativo votou no em 2012 a criação de uma Autoridade Regional de Trânsito para o sudeste de Michigan, para estudar e implementar um sistema de trânsito – uma carência histórica da cidade, que deixou de aproveitar as centenas de milhões de dólares do governo federal disponíveis para este fim, sob as gestões dos ex-presidentes Gerald Ford e Jimmy Carter.

O Detroit Future City produziu um plano que inclui um sistema de transporte integrado público regional para 2030, com uma população da cidade estabilizada entre 600.000 e 800.000 pessoas.

O grupo prevê um “programa de demolição/desconstrução maciça” e reaproveitamento de terrenos baldios, inclusive com fazendas urbanas. Os serviços seriam reconfigurados, com redução do número de luzes de rua pela metade e uso de energia solar para as lâmpadas em áreas desocupadas. Os bairros seriam agrupados dentro de meia milha das escolas, como nos vilarejos.

“A cidade proporcionou tanto para nós e ainda hoje é uma parte profunda do que somos”, destaca Dan Kinkead, diretor executivo do Detroit Future City.

Fonte: Mercado Ético

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