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quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Cemitérios da capital estão lotados e sem vagas para novos sepultamentos

Teresina tem 12 cemitérios e apenas 5 ainda tem vaga para sepultamentos.
Construção de cemitério na Zona Norte está parada e sem previsão.


A perda de um ente querido pode provocar, além da dor e da saudade, dificuldades no momento da despedida. Com doze cemitérios municipais, Teresina enfrenta problemas com a superlotação na maioria deles.

O Cemitério São José, na Zona Norte de Teresina, tem cerca de 9 mil vagas e atualmente não tem mais nenhuma disponível, o único jeito de enterrar é nas chamadas gavetas. “Já tivemos casos de pessoas que foram sepultar nas gavetas e todas já estarem lotados, a solução foi que a família tinha outro terreno e conseguiu sepultar no local, se não tinha virado uma dor de cabeça”, explicou Carlos Rodrigues administrador do cemitério.

Além do São José, os outro 12 cemitérios de Teresina também já registram problemas de superlotação. Atualmente só tem vaga no Pedra Mole, Santa Cruz, Renascença, Buenos Aires e Santa Maria das Vassouras.

Caso atípico é o cemitério de Areias onde ainda possui mil novas vagas, mas devido uma possível contaminação do lençol freático, o Ministério Público solicitou a proibição do sepultamento no local.

No Residencial Jacinta Andrade, a prefeitura começou a construção de um cemitério com capacidade para 30 mil vagas, mas o local está abandonado e por conta disso os bandidos começaram a depredar o pouco que foi feito. “Fizeram 10 hectares, mas só muraram. Aqui até a Polícia Militar tem dificuldade de entrar. Os bandidos só não levaram tudo, pois as pessoas que moram aqui perto não deixaram, mas só serve de local para bandidos”, disse Anísia Teixeira, líder comunitária.

O cemitério foi anunciado há quase dois anos, mas apenas a primeira etapa foi feita que é o serviço de terraplanagem, a construção do muro e guarita. Segundo a SDU Centro/Norte está sendo feita a licitação para a segunda etapa da obra.

Os moradores esperam que as obras sejam finalizadas o quanto antes e que não se torne mais uma dor de cabeça. “Estamos a mercê disso, de virar lugar para bandido”, finalizou o morador Fernando Araújo.


Fonte: G1

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