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quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Fiscalização na Lagoa da Conceição identifica despejo irregular de óleo vegetal

Casan, Fatma e Vigilância Sanitária trabalham em conjunto em uma ação pente fino para identificar a origem deste problema

Uma mancha de óleo que apareceu na segunda-feira (30) na Lagoa da Conceição, em Florianópolis, movimentou técnicos da Vigilância Sanitária da Capital, Casan (Companhia Catarinense de Águas e Saneamento) e Fatma (Fundação do Meio Ambiente). Na terça (1), quando eles estiveram no local, o resíduo identificado como óleo vegetal havia se dissipado, mas em um ponto ainda era possível sentir o cheiro de gordura.  Foi realizado teste com corantes e os responsáveis pelos órgãos visitaram estabelecimentos da região, porém, não foi identificado o local de onde surgiu o problema.

Os técnicos só puderam afirmar que houve despejo irregular na rede pluvial e não na ligação de esgoto do bairro. A partir da próxima semana, os três órgãos passam trabalhar em conjunto em uma operação “pente fino” que irá tratar minuciosamente os balneários de Florianópolis. O fiscal da vigilância sanitária Cristiano Simões afirmou que há um ano e meio toda aquela região foi fiscalizada, notificada e corrigida, mas desde então a equipe da vigilância só voltou para verificar denúncias pontuais, não houve uma ação programada. Nestas visitas do último ano não foi possível fazer nenhum teste por falta de equipe operacional na região leste, que realiza a coleta de resíduos e aplica os testes.

Esta situação dificulta e retarda o trabalho de fiscalização, afinal, sem corpo operacional, a vigilância precisa solicitar ao proprietário que entregue um documento de conformidade da Casan, atestando a regularidade. Nesses casos, o proprietário é quem precisa solicitar à Casan uma vistoria. 

O despejo irregular de qualquer resíduo fora da rede coletora de esgoto é passível de notificação, lacre e multa que pode variar em média de R$ 500 a R$2.500 em casas no comércio de pequeno porte. Porém, dependendo da situação a multa pode ser mais cara, não há um teto para o valor.

O pescador Manoel de Souza, 55, morador da Lagoa há 50 anos não se conforma: “Todo ano é isso, prometem ações, operações conjuntas, mas a gente não vê resultado efetivo. Perdemos a confiança nesse trabalho, tem que fiscalizar sempre e não esperar aparecer o problema”.

Fonte: Notícias do Dia

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