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terça-feira, 1 de outubro de 2013

Persistente degradação ambiental

Brasil, México e Peru encontram-se entre os 10 países do mundo que mais contribuem à degradação ambiental, de acordo com a “Avaliação do Impacto Ambiental Relativo dos Países”, realizada pelas Universidades de Adelaide (Austrália), Princeton (EUA) e Nacional de Singapura.

O estudo, que avaliou 171 países, utilizou sete indicadores de degradação ambiental: perda de bosques naturais, transformação dos habitats, capturas pesqueiras, uso de fertilizantes, contaminação das fontes de água, emissões de carbono e espécies ameaçadas.

Uma importante conclusão é que: quanto maior a riqueza de um país, maior é seu impacto sobre o ambiente.

“Correlacionamos os rankings frente a três variáveis socioeconômicas (tamanho da população, produto interno bruto e qualidade de governança) e encontramos que a riqueza total era a variável explicativa mais importante; quanto mais rico um país, maior é seu impacto ambiental médio”, explicou o professor Corey Bradshaw, que dirigiu a investigação realizada em 2010. “Há uma teoria sobre que à medida que aumenta a riqueza, os países têm mais acesso a tecnologia limpa e adquirem mais consciência ambiental, de tal forma que os impactos sobre o ambiente começam a declinar. Isso não pode ser confirmado”.

No entanto, a investigação também encontrou que em países com má qualidade de governança e elevada corrupção, as políticas de proteção ambiental são inexistentes ou não são implementadas adequadamente.

O documento alertou que “a contínua degradação da natureza, apesar de décadas de advertências, junto com o crescimento da população humana, sugerem que a qualidade de vida humana poderia diminuir consideravelmente em um futuro próximo. A crescente competição pelos recursos poderia desencadear conflitos sociais e guerras com cada vez mais frequência. A permanente degradação ambiental exige que os países que necessitam soluções sejam identificados com urgência para que recebam ajuda na conservação e restauração ambiental”.

Fonte: Mercado Ético

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