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terça-feira, 23 de maio de 2017

Os 5 arrependimentos mais comuns no leito de morte

Costumamos afirmar que a vida é curta, mas a verdade é que desperdiçamos grande parte dela. Quando chegamos à adolescência, ficamos ansiosos pela vida adulta. 

E quando finalmente nos tornamos adultos, as responsabilidades parecem nos engolir, é preciso estudar, se formar, trabalhar, casar, trabalhar mais ... Ufa! E aí bate aquela vontade de voltar a ser criança. Então, como aproveitar cada momento?

A maioria das pessoas está sempre correndo atrás do tempo. Adiam as coisas sempre e nem percebem que enquanto elas se ocupam com os compromissos, a vida passa. Deixamos tudo para amanhã. A ligação para aquele amigo querido, um livro que gostaríamos de ler, a viagem com a família. Mas, afinal, existe amanhã?

A enfermeira australiana Bronnie Ware passou muitos anos trabalhando com pacientes que estavam à beira da morte. Ela escreveu um livro com os cinco arrependimentos mais comuns das pessoas antes de morrer, intitulado Top Cinco: Arrependimentos daqueles que estão para morrer (The Top Five Regrets of the Dying, em inglês). Confira:

Este foi o arrependimento mais comum. Quando as pessoas percebem que sua vida está quase no fim e olham para trás, percebem claramente que muitos sonhos não foram realizados. A maioria das pessoas não realizou nem metade de seus sonhos e morreu sabendo que isso aconteceu por causa das escolhas que fizeram, ou não fizeram.



 Ouvi isso de todos os pacientes do sexo masculino que cuidei. Eles perderam a juventude de seus filhos e a companhia das parceiras. As mulheres também citaram esse arrependimento, mas como a maioria era de uma geração mais antiga, muitas não se mantiveram no mercado de trabalho. Todos os homens lamentaram profundamente gastar tanto tempo de suas vidas no trabalho.



Muitas pessoas suprimiram os sentimentos para ficar em paz com os outros. Como resultado, eles se acomodaram em uma existência medíocre e nunca se tornaram quem eles realmente eram capazes de ser. Muitos desenvolveram doenças relacionadas à amargura e ressentimento que carregavam.



Muitas vezes eles não percebiam as vantagens de ter velhos amigos até que nas últimas semanas de vida percebem que não foi possível encontrar essas pessoas. Muitos ficaram tão envolvidos em suas próprias vidas que deixaram amizades “de ouro” se perderem ao longo dos anos. Demonstraram arrependimentos profundos sobre não terem dedicado tempo e esforço às amizades.



Esse é um arrependimento surpreendentemente comum. Muitos só percebem que a felicidade é uma escolha no fim da vida. As pessoas ficam presas a antigos hábitos e padrões, o famoso “conforto” com as coisas que são familiares. O medo da mudança fez com que elas finjam para os outros e para si que estavam contentes quando, no fundo, queriam poder rir de verdade e aproveitar as coisas boas da vida.

A vida é passageira. Os momentos passam, as pessoas se vão, só ficam as lembranças. Por isso, é tão importante VIVER. Para que quando chegarmos ao final da vida, tenhamos a certeza de que, mesmo com todos os erros, valeu a pena.

Fonte: Parque da Colina de Águas Mornas

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