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terça-feira, 11 de agosto de 2015

Com volume 77% menor, Piracicaba vira ‘rio de pedras’ no interior de SP

O Rio Piracicaba registrou vazão de 12,3 mil litros de água por segundo, neste domingo (9), de acordo com a medição do Departamento de Água e Energia Elétrica (Daee). Este volume é 77,4% menor que a média para agosto, que é de 54,87 mil litros por segundo no trecho próximo ao Centro de Piracicaba (SP). Quem visitou pontos turísticos da cidade, como o Mirante, viu um “rio de pedras” na tarde de domingo.

A bacia do Rio Piracicaba fornece água para o Sistema Cantareira, que abastece a Grande São Paulo e também cidades da região de Campinas (SP). Em 2014, ano marcado pela crise hídrica no estado, o manancial teve a situação mais crítica em três décadas, quando registrou vazão de apenas 3,46 mil litros por segundo.

Neste domingo, o nível do manancial, ou seja, a profundidade dele no trecho central do município chegou a 85 centímetros, 40% menor que a média do mês, que é de 1,41 metro.

Segundo dados divulgados na Sala de Situação do Daee, a menor vazão registrada neste ano foi em janeiro: 18,76 mil litros por segundo, com nível de 0,98 centímetros de água. Na sexta-feira (7) à noite, a vazão já era de 15,20 mil litros e a profundidade batia 92 centímetros. Os dados de volume mínimo para julho de 2015, no entanto, ainda não estavam disponíveis no sistema do Daee neste domingo.

Seca de 2014 – Mesmo entre as menores vazões deste ano, a deste domingo ainda é um pouco maior que a de 9 de agosto de 2014, quando o rio teve volume mínimo de 10,21 mil litros de água por segundo passando pela região central de Piracicaba, com nível da água em 78 centímetros.

O ano de 2014, após a estiagem severa, foi o pior para o rio em 30 anos. O manancial chegou a ter 3,46 mil litros de água por segundo no leito.

Esse volume foi registrado por volta das 12h30 do dia 22 de novembro. Naquele dia, o Piracicaba praticamente secou, já que a vazão ficou 96% abaixo da média para aquele mês (85,15 mil litros por segundo), também conforme dados do Daee.

Fonte: G1

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