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segunda-feira, 17 de outubro de 2016

SP tem a primeira usina solar flutuante do Brasil

A área ocupada pelas placas flutuantes é de aproximadamente 500 m2 e gera energia para abastecer mais de mil casas.


A primeira usina fotovoltaica flutuante do Brasil está sediada no Estado de São Paulo e já funciona. Instalada há um mês na cidade de Rosana, situada a 755 km da capital paulista, a unidade utiliza a tecnologia de placas flexíveis e rígidas em sistema flutuante, gerando de 101.522 kWh (quilowatt-hora). Isso é suficiente para abastecer mais de mil casas, cujo consumo mensal chegue a 100 kW/h.

A usina está instalada no reservatório de Porto Primavera. Tal estratégia permite aproveitar as subestações e as linhas de transmissão das hidrelétricas, a área sobre a lâmina d’água dos reservatórios e, ainda, contribuir para que as comunidades ribeirinhas e isoladas tenham acesso à energia elétrica.

Para o secretário de Energia e Mineração, João Carlos Meirelles, a intenção do Governo do Estado é “testar tecnologias inovadoras para poder fornecer conhecimento para as empresas do setor instaladas no estado”.

Os projetos de usinas solares flutuantes ganham força nas hidrelétricas do mundo, pois permitem aproveitar as subestações e as linhas de transmissão das hídricas e a área sobre a lâmina d’água dos reservatórios. Construções similares estão sendo iniciados nas cidades de Balbina, no Amazonas, e em Sobradinho, na Bahia.

Projeto

Iniciado em maio de 2014, o projeto consiste na instalação de duas plantas com painéis solares rígidos de 250 kW em terra e 25 kW em sistema flutuante, além de outras duas plantas com painéis solares flexíveis com 250 kW em terra e 25 kW em sistemas flutuantes.

Também foram instalados cem painéis rígidos flutuantes de 250 watts cada um e 180 flexíveis flutuantes de 144 watts cada. A área ocupada pelas placas flutuantes é de aproximadamente 500 metros quadrados. O reservatório possui 2.250 quilômetros quadrados.

O projeto recebeu investimento de R$ 23 milhões da Companhia Energética de São Paulo (Cesp), por meio de recursos do programa de P&D da Aneel.

Fonte: Ciclo Vivo

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