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quinta-feira, 9 de março de 2017

Como explicar a morte para as crianças?

A morte é a única certeza que temos na vida. E se esse mistério é tão difícil de ser compreendido pelos adultos, que dirá pelas crianças. Como explicar algo tão dolorido e que nem mesmo nós, os adultos, entendemos? A tendência dos pais é proteger os filhos de qualquer sofrimento, por isso, muitas vezes a criança é “poupada” da triste notícia.


Sem dúvida, falar sobre a morte com os pequenos não é uma tarefa fácil, mas é necessária. Não se deve mentir ou esconder o fato das crianças, independentemente da idade da criança e da situação – seja de um parente próximo, de um conhecido distante ou a morte de um animal de estimação – o assunto deve ser abordado com sinceridade.


Apesar da morte ainda ser um tabu em nossa sociedade, ela aparece nos livros infantis, nos filmes, nas notícias da TV e na conversa das pessoas na rua. Podemos aproveitar as pequenas perdas do dia a dia, como a morte de plantas e pequenos animais para ensinar às crianças a sequência da vida. Explicar o processo de envelhecimento, principalmente se a criança tiver exemplos como um avô, e o porquê da morte também contribui para o entendimento menos traumatizante.

#Dica: Deixe a criança perguntar o que quiser, a encoraje a dizer o que sente. Responda as perguntas com palavras simples e frases curtas para que a criança consiga entender o processo natural da morte.

Livros que abordam o tema de forma simples e singela, do jeito que as crianças entendem:

1. O Pato, a Morte e a Tulipa, Wolf Erlbruch (Cosac Naify): o protagonista é perseguido pela morte desde o nascimento.

 


2. Meu Filho Pato e Outros Contos sobre Aquilo de Que Ninguém Quer Falar, vários autores (Cia. das Letrinhas): seis histórias com muitas possibilidades para que as crianças possam falar sobre a morte e entendê-la como um fenômeno inerente à vida.


3. Menina Nina, Ziraldo (Melhoramentos): a morte da avó é o ponto de partida dos diálogos.

 

4. A Velhinha Que Dava Nome às Coisas, Cynthia Rylant (Brinque Book): “dar nome” é um modo de nos aproximarmos das coisas, inclusive das mais doloridas.


5. O Dia em Que a Morte Quase Morreu, Sandra Branco (Salesiana): após uma briga, as personagens Vida e Morte permanecem ligadas para sempre.

 
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Fonte: Parque da Colina de Águas Mornas

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