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segunda-feira, 3 de abril de 2017

Perpétuas, nem as sepulturas no cemitério de Santarém

Ninguém imagina sequer o espanto dos familiares quando descobriram o gavetão aberto, despojado dos restos mortais do ente querido, que julgavam em morada perpétua no cemitério de Santarém, mas que acabaram na campa comum.
Na sessão de Câmara de segunda-feira, o vereador Francisco Madeira Lopes expos o caso, usando o termo forte de “profanação”, que o vereador dos cemitérios Luís Farinha rejeitou, garantindo que foram cumpridos os procedimentos legais. Certo é que, segundo proposta do vereador da CDU, ficou suspensa a hasta pública de jarrões e mármores de túmulos abandonados no cemitério que a Câmara tinha marcado já para dia 4 de abril.

Francisco Madeira Lopes deu conta de gavetões despejados, o seu conteúdo colocado na vala comum e os jarrões e pedras vendidas em hasta pública. Isto sem que os familiares tivessem sido notificados. Tudo porque os serviços não encontraram o paradeiro dos familiares, datando de 2001 a última diligência do processo, explicou o vereador Luís Farinha. Para Francisco Madeira Lopes, devem ser tomadas medidas para que estas situações lamentáveis não voltem a acontecer no futuro. Luís Farinha garantiu na Câmara, tal como já tinha afirmado ao munícipe queixoso, que “nunca houve qualquer profanação, incúria ou ligeireza dos serviços, palavras que considera excessivas para o que aconteceu. “Foram cumpridos todos os procedimentos legais”, afirma o vereador com o pelouro dos cemitérios. A falta de espaço livre neste cemitério levou há muitos anos a Câmara a fazer o levantamento dos gavetões e campas abandonados, que são alvo de processo de publicação de edital. “Desde há anos que não há concessões perpétuas no cemitério de Santarém, no início deste ano foi acionado o processo de mais 142 gavetões abandonados cujos conteúdos foram guardados durante 2 meses e agora colocados em campa comum”, afirma o vereador, garantindo que o procedimento é realizado há anos e não há notícia de qualquer outra reclamação.

Fonte: Jornal Ribatejo

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