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segunda-feira, 23 de setembro de 2013

EUA limitam pela primeira vez emissões de CO2 de futuras usinas elétricas

O Governo dos Estados Unidos anunciou nesta sexta-feira medidas que fixarão, pela primeira vez, limites nacionais de emissões de dióxido de carbono (CO2) que influenciam na mudança climática para as futuras usinas elétricas.
“A ciência nos diz que a mudança climática é real”, afirmou a diretora da Agência de Proteção Ambiental (EPA), Gina McCarthy em uma conferência no Clube Nacional da Imprensa.

Gina acrescentou que “a ciência nos diz que a atividade humana afeta essa mudança e que devemos encará-la agora, já”.

“Por isso, precisamos dar passos para limitar a poluição com carbono que acontece nas usinas elétricas”, enfatizou Gina.

O presidente de EUA, Barack Obama, tinha prometido medidas para minimizar a emissão de carbono das usinas geradoras de energia, e as propostas agora serão aplicadas às novas usinas, não as existentes, disse a funcionária.

Essas regras requerem que as usinas de energia que queimam carvão capturem e armazenem uma porção do dióxido de carbono que emitem, algo que a indústria sustenta que é tão custoso que impedirá a construção de usinas novas.

“As normas sobre poluição com carbono são flexíveis e suas metas podem ser alcançadas”, assinalou, no entanto, Gina. “Elas abrem caminho para nova geração de usinas elétricas”, assegurou o responsável.

A proposta limita as emissões das novas usinas alimentadas por gás natural a 454 quilogramas de dióxido de carbono por megawatt-hora, e no caso das novas usinas alimentadas por carvão, a 500 quilogramas por megawatt-hora, de acordo com as informações adiantadas ao jornal “The New York Times”.

Atualmente, uma usina típica de carvão americano emite cerca de 820 quilogramas de dióxido de carbono por hora.

Fonte: Terra

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