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sexta-feira, 14 de outubro de 2016

O mercado de funerais no Brasil esta em constante evolução.

É preciso se reinventar e principalmente aparecer. Estar em evidencia e ser lembrado neste momentos garante o lucro tão desejado.

Poucos mercados possuem uma demanda tão certeira como o setor funerário. Nos últimos anos, a estabilização das taxas de mortalidade tem obrigado o segmento a ampliar cada vez mais a oferta de serviços. Mais do que crescer, o objetivo é não estagnar e conter um possível desaquecimento causado pelo aumento da expectativa de vida geral da população. Apostando na combinação de serviços inovadores e atendimento especializado, o setor busca se reinventar e driblar os mitos e estigmas associados aos negócios do ramo. 

Com um número maior de pessoas entrando na classe média, o aumento no número de pessoas com uma profissão regulamentada, junto com aumento de pessoas conectadas pela internet, onde as informações chegam quase a velocidade da luz. Vemos a modernização do setor, onde se reinventar faz parte também do universo da morte. E o resultado é que vemos, as empresas funerárias colocando seu perfis nas redes sociais, criando sites, anunciando na internet principalmente nos guias especializados e serviços funerários. Isso tem alavancado as vendas no setor. Por meio destas ações, o setor tem movimentado o equivalente a R$ 7 bilhões por ano no Brasil, com crescimento médio anual de 8%. “Sem contar um fato indiscutível: 0,7% da população brasileira morre por ano. 

Ao ano, são registrados, em média, 1 milhão de óbitos no Brasil. Para suprir a demanda, o mercado funerário atualmente engloba cerca de 5.500 empresas e emprega mais de 50 mil pessoas. O perfil das companhias não varia muito: em sua maioria, tratam-se de empresas familiares, sendo 98% delas exploradas pela iniciativa privada, segundo dados da Associação Brasileira de Empresas e Diretores do Setor Funerário (Abredif). “Com pouca variação no número de mortes, as empresas começaram a investir em serviços diferenciados, com ênfase em itens mais luxuosos e personalizados”, diz Jayme Adissi, empresário em atuação há mais de 4 décadas no ramo funerário.

Mas, assim como nada na vida é tão certo como a morte, lidar – e lucrar – com o mais universal dos tabus nem sempre é tarefa fácil. “A principal dificuldade é trabalhar num segmento que não é visto como negócio, pois é muito difícil pensar na morte – e se preparar para o fim como nos preparamos para a aposentadoria ou para eventuais problemas com o carro, com a contratação de seguro, etc.”

Como se já não bastasse toda a carga “emocional” envolvida, o setor funerário ainda precisa lidar com uma série de questões burocráticas inerentes. Além das diversas especificações e normas que precisam atender, as empresas do ramo ainda enfrentam um concorrente imbatível..

Fonte: Todas Funerárias

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