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quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Jundiaí ganha cemitério de alta tecnologia

Com conceito humanizado e moderno, o Memorial Parque da Paz, localizado no bairro do Castanho, em Jundiaí, entrega a primeira fase do projeto no dia 22 de outubro, com cincomemorial-parque-da-paz-5 mil jazigos prontos e com um investimento de R$ 20 milhões envolvendo toda a infraestrutura de construção entre jazigos e a parte de velório.
Projetado para ter 25 mil sepulturas em uma área de cerca de 300 mil m², o que equivale a aproximadamente 27 campos de futebol, distribuídas no conceito de cemitério parque, o local tem a proposta de dignificar a história das pessoas que já faleceram, priorizando a excelência, respeito e comprometimento na prestação de serviços, sendo pioneiro no uso de novas tecnologias. Além disso, mesmo antes da inauguração, o cemitério já alcançou recorde como empreendimento do setor que mais vende no Brasil, mesmo em um momento de crise econômica no país, e busca entrar para o Guinness Book, o livro dos recordes. Desde que teve início a venda em 1º de abril do ano passado já foram vendidos 6 mil jazigos.

Pela performance que a campanha publicitária do empreendimento alcançou em Jundiaí, atingindo o interesse inclusive de cidades vizinhas, o Memorial está prestes também a entrar no Guinness Book. A venda de jazigos bateu recorde: foram R$ 10 milhões em 44 dias. Em relação a outros negócios do mesmo segmento no país, vendeu em média 3 vezes mais do que o registrado no mercado.

O pedido para entrar no livro dos recordes foi feito pelo publicitário Wagner Siqueira, que criou a campanha para o lançamento do Memorial. “Quando me procuraram para fazer a campanha, eu confesso que travei, só em pensar o quão louco eu seria em aceitar um desafio dessa natureza, afinal, que caminho eu poderia trilhar para despertar o interesse por um produto que as pessoas sequer pensam adquirir ou querem falar sobre?”, questionou. Um assunto tabu, que as pessoas evitam, foi traduzido de forma a ajudar as famílias a se conscientizarem e compreenderem que é certo que o momento da morte chegará. Pensando nisso, o Memorial foi construído, trazendo um ambiente totalmente diferente dos cemitérios tradicionais, um lugar que seja acolhedor para que as pessoas sintam tranquilidade em voltar para visitar o jazigo de um ente querido e sentir-se em paz.

O diretor sagao-memorial-imagem_release_765227geral do Memorial Parque da Paz, Ronnie Oliveira, disse que procurou trazer para o mercado de cemitério uma gestão mais profissional com planejamento estratégico. “De pensar no projeto como um todo, de enxergar que essa questão de tecnologia e inovação precisa ser trazida para o mercado. Um dos problemas que se tinha com relação a cemitério parque é que as pessoas disponibilizam as fotos de seus entes queridos falecidos sem nenhuma padronização. Pensando nisso é que nós vamos implantar nas lapides 0o QR Code, onde a pessoa pode acessar através do celular. A partir daí o nosso site vai ter um campo exclusivo para o cliente, nde El vai ter acesso como se fosse uma rede social onde vai interagir com a família e vai poder alimentar a história dele naquele espaço, pois quando a pessoa falece o que fica para  a gente é a memória  para que daqui Há 50 ou 60 anoso neto ou o bisneto tenha um histórico dessa pessoa. Você cria uma identidade que vai se perpetuar. Ao acessar o QR Code vai remeter à página daquela pessoa e sua história”, diz.

O empreendimento foi concebido a partir de uma proposta de atender uma demanda de mercado reprimida em Jundiaí, já que os cemitérios da cidade não têm mais espaço. De acordo com dados da Fundação Municipal de Ação Social (Fumas), Jundiaí até então tinha 11 mil sepulturas no cemitério Nossa Senhora do Desterro, no Centro, e outras sete mil no Cemitério N. S. do Montenegro, todas ocupadas, restando uma reserva técnica de apenas 200 jazigos. Em contrapartida da obra do Memorial, o Montenegro receberá 600 sepulturas individuais e 1.100 ossuários que estão sendo construídos no próprio cemitério e serão destinadas a demanda de interesse social. Com a entrega total do Memorial Parque da Paz e das vagas de interesse social, a cidade será atendida por mais de 30 anos.

A preocupação com questões fundamentais como o controle de resíduos, riscos e os impactos da obra foi tratada com rigor por uma equipe formada por especialistas na preservação do meio ambiente, adotando medidas de segurança para evitar a contaminação do lençol freático que vão além das exigidas pela Cetesb.memorial-capelaimagem_release_765174

Além dos jazigos, a primeira fase do empreendimento conta com quatro salas amplas de velório, duas capelas ecumênicas, sendo que uma também poderá ser usada como sala de velório, segurança por meio de câmeras e equipe 24 horas. Também serão entregues o projeto de arquitetura, paisagismo, espaço contemplativo com espelho d’água, lanchonete, floricultura, suítes para repouso, salas de estar, espaço kids, além de tecnologias de ponta, tudo pensado para atender as necessidades das famílias que perdem um familiar.

A decisão de comprar um jazigo tem a ver com planejamento e, segundo o diretor do Memorial Parque da Paz, o investimento reduz os impactos negativos no momento do falecimento. Foi por isso que o advogado Marcelo Gusmano decidiu fazer o investimento. “Eu vi nessa questão de aquisição do jazigo, na verdade como uma segurança para mim e minha família e também uma questão de investimento, que dependendo, se perpetua por gerações. A gente nessa parte tem que ser um pouco racional e não se levar muito pela emoção. Eu conversei com meus pais e a reação deles foi bastante tranquila e pensado em conjunto. Em relação à minha esposa houve uma certa resistência num primeiro momento, mas ela acabou por entendera necessidade de adquirir o jazigo”, disse.

Fonte: Panorama de Negócios

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