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quarta-feira, 5 de junho de 2013

Qual a Justiça ideal?

img Paulo Alceu
@palceu

Florianópolis
 Se hoje o juiz Fernando Cordioli Garcia, de 33 anos, enfrenta uma espécie de julgamento por seus atos em descompasso com o regramento jurídico, inclusive, com exame de sanidade, imposto pelo Conselho Nacional de Justiça, pode-se afirmar que em paralelo encontram-se a morosidade das ações judiciais e a impunidade muitas vezes embalada por uma legislação anacrônica e ultrapassada.


Por isso que o juiz penalizado tornou-se quase uma unanimidade no conceito popular. Conhecido por suas críticas ácidas e diretas, Cordioli conseguiu formar um verdadeiro exército de detratores representados por segmentos do Judiciário, Ministério Público, OAB e setores da política.

O processo disciplinar que enfrenta está sintonizado com o comportamento exigido a um magistrado, que não pode se transformar num justiceiro e sim num condutor das leis, fazendo Justiça.

Mas qual a Justiça ideal para a sociedade?

A que está aí entrou em contestação. Cordioli foi colocado num outro patamar, não de insanidade, mas de quem resolve e elimina o mal, sem desvios da legislação imposta, mas com uma postura mais compreensível a quem exige Justiça ágil.

Ao ajudar vereadores para elaborar um processo de impeachment contra um prefeito, foi taxado de envolvimento político/partidário.

A decisão de não conceder a guarda das filhas para uma mulher drogada, só se fizesse laqueadura, além de cobrar ações do Ministério Público voltadas não para acusações de negros, pobres e prostitutas fez de Cordioli um magistrado em contestação.

Assim como o ministro Joaquim Barbosa e a desembargadora Eliane Calmon, todos eles acabam provocando no inconsciente coletivo de que há algo de errado no universo do Judiciário.

Por tomarem atitudes firmes e determinadas, estão em descompasso com o que é denominado regramento jurídico?

No outro paralelo conquistam a aprovação popular imediatamente, até porque a meta é respostas e soluções e não “regramentos”.

Há quem peça que avaliem as sentenças do juiz Cordioli, sempre dentro da legalidade,  apenas contundentes e realistas.

Mas de repente virou louco...

Fonte: http://ndonline.com.br/florianopolis/colunas/paulo-alceu/69288-qual-a-justica-ideal.html

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