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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Cemitérios em Ituiutaba só suportam mais cinco anos de novos sepultamentos

Caso o o Poder público não faça nenhum projeto de expansão dos cemitérios municipais existentes hoje na cidade, tanto o cemitério São José, quando o Parque da Saudade só suportam mais cinco anos de novos sepultamentos. A informação é de Marcos José Santos, que assumiu recentemente a administração dos cemitérios municipais.


De acordo com ele, no cemitério São José, já não é mais possível fazer novos sepultamentos, a menos que a família já tenha jazigos com vagas livres. “No cemitério Parque da Saudade, com a média de sepultamentos, que é de 50 por mês, acredito que em até quatro ou cinco anos não seja mais possível comercializar novos jazigos”, explica. De acordo com ele, no local onde está o Parque da Saudade, é possível que haja expansão.

No cemitério São José, que foi fundado em julho de 1920, encontram-se sepultadas hoje cerca de 60 mil pessoas. Já no Parque da Saudade, que existe desde agosto 1985, cerca de 15 mil pessoas estão sepultadas.

Projeto de expansão
Essa semana, o vereador Wellington Arantes, o Batuta (PSB), fez uma indicação ao Executivo requerendo a expansão do Cemitério São José, ocupando a área da Praça da Saudade, situada de frente para o parque santo. Entretanto, conforme a reportagem conversou com funcionários do local, moradores dos arredores são contra tal medida. “Em outras épocas, já propuseram essa expansão e os moradores foram contra. Acredito que tal medida não é a mais viável”, reforçou Marcos.

Terceirização
Ainda sobre o tema, outro vereador, José Barreto (PTB) também protocolou uma indicação ao prefeito municipal, sugerindo a terceirização dos cemitérios do município, por meio de licitação com base nas parcerias públicas e privadas. Entretanto, para Marcos, que antes de ser o administrador trabalhou durante 27 anos como encarregado nos cemitérios municipais, a terceirização seria inviável para a empresa que assumisse, uma vez que a receita é bem justa às despesas. “Hoje nossa receita é somente da taxa de abertura de túmulos. E quanto às despesas, são com o pagamento de funcionários, materiais de construção e equipamento de escritório”, informa.

Fonte: Pontal em Foco

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