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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Famílias sem condições financeiras têm de enterrar seus mortos em valas comuns

Hoje, na área chamada de Campo Santo, no Jardim da Paz, onde são sepultados pessoas em que a família não possui condições financeiras, chama a atenção que os enterros são feitos em valas comuns. Uma retroescavadeira é deslocada até o cemitério, abre as valas e um funcionário municipal se encarrega da limpeza e dos sepultamentos.


A Prefeitura informa que abrirá edital de licitação para a construção de carneiras no Cemitério Jardim da Paz, localizado na zona norte de Cachoeira do Sul. A informação foi dada pelo secretário de Obras, Jeferson Silveira, em entrevista ao programa “Rádio Repórter”, da Rádio Fandango, nesta sexta-feira, 17. Ele disse que o projeto de lei solicitando a terceirização será enviado para análise da Câmara de Vereadores.

O secretário garantiu que a proposta de licitação está concluída e vai solucionar o problema existente, que é a falta de espaços para sepultamentos tanto no Jardim da Paz como no Cemitério Municipal. O projeto foi desenvolvido pela engenheira da Prefeitura Maria Luiza Sander e prevê a construção de carneiras verticais, através de módulos na área de cinco hectares do Cemitério Jardim da Paz.

“Num primeiro momento, serão 360 carneiras, mas existem perspectivas de que o total chegue a 720”, revelou Silveira, acrescentando que o projeto ainda depende do licenciamento ambiental, porque também propõe áreas verdes com jardins. 

A ideia do governo é remeter o projeto de lei à Câmara de Vereadores até o final deste mês e, dependendo da análise dos parlamentares, abrir o edital em setembro. “Será um cemitério vertical, moderno e com condições de oferecer espaços para sepultamentos”, salientou.   

PROMESSA (II)

Esta é a segunda promessa do governo Neiron Viegas para solucionar a falta de espaços nos cemitérios municipais. Há dois anos, o prefeito anunciou a construção de 400 carneiras no Cemitério Jardim da Paz, o que acabou não se concretizando. Foram construídas apenas 40. Agora, revela que existe um projeto de terceirização e torce para quem existam empresas interessadas.

ÁGUA NOS TÚMULOS

A falta de espaços nos cemitérios municipais não é de agora, mas se agravou no atual governo. No Cemitério Municipal, não existem áreas disponíveis para aumentar o Campo Santo. Até uma área em frente, localizada na Rua Ivo Becker, foi sondada pela Prefeitura, mas não recebeu autorização ambiental. Sobram, então, os cinco hectares do Jardim da Paz, onde existem sepulturas situadas em local de muita umidade, o que deixa os túmulos cheios de água.

Fonte: Jornal O Correio

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