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quarta-feira, 3 de maio de 2017

Prefeitura de Dourados publica portaria com nova medida para cemitérios

Nesta terça-feira (02), a Prefeitura de Dourados publicou uma nova medida para ser aplicada nos cemitérios da cidade.
O texto está na Edição Suplementar do Diário Oficial do Município, portaria 001/2017 do IMAM (Instituto do Meio Ambiente de Dourados) e consta sobre a “obrigatoriedade de acondicionamento dos corpos em invólucro protetor para os sepultamentos realizados nos cemitérios municipais e dá outras providências”.

A medida vem para reforçar a proteção ao meio ambiente nos locais e vale tanto para os cemitérios públicos quanto particulares. Será exigido nos sepultamentos, um invólucro no interior dos caixões, para conter o chorume liberado pelos corpos. Assim não haverá contato de tal material com o solo ou a água dos locais.

Conforme o documento, foram pontuadas diversas situações para as mudanças, tais como a necessidade de controle, fiscalização e padronização dos procedimentos relativos aos cemitérios existentes no município com o objetivo de garantir a salubridade da sua área e do seu entorno, impedindo a contaminação do solo e da água, provocada pelo produto da coliquação; a necessidade de implementação de Políticas de Saúde Pública, Sanitárias e de bem-estar social; a necessidade de licenciamento ambiental de cemitérios através das Resoluções 335 de 3 de abril de 2003.

As funerárias terão 90 dias para adaptação a nova medida. Conforme Fábio Luís da Silva, diretor do IMAM, as mudanças terão impacto muito positivo. Ele explica que os materiais são confiáveis e foram escolhidos pela viabilidade e na busca da gestão Délia Razuk de oferecer um método rápido quanto à situação.

“Os invólucros são resistentes, com material absorvente, qualidade no que oferecem, e nossa equipe técnica entendeu que era a forma mais viável financeiramente e rápida para as empresas aderirem”, disse.

Outro ponto que o diretor cita é a facilidade do item quanto à juntada de ossos quando for necessário posteriormente, já que os invólucros possuem opção de ‘lacrar’ e assim ficará mais fácil transportar os ossos.

Os invólucros são aprovados pelo Instituto Tecnológico do Paraná. As empresas que não aderirem ao novo sistema dentro do prazo determinado responderão por crime ambiental.

Fonte Agora MS

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