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sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

Conheça as maneiras mas ecológicas de "bater as botas"

HÁ QUEM DIGA QUE NUNCA É CEDO DEMAIS PARA PENSAR NA NOSSA MORTE.


Se todos fossemos tibetanos, o nosso funeral não nos daria dores de cabeça, já que este povo costuma deixar os seus falecidos num local remoto para alimentar animais. Contudo, a sociedade ocidental sente-se mais confortável a entrar no além numa caixa de madeira. Provavelmente, está na hora de reconsiderar os nossos rituais.

Os funerais modernos são um pesadelo para o planeta. O processo de preservação emite químicos tóxicos para o ar e solo. Os caixões usam toneladas de material, já para não falar dos hectares de terreno usados para acomodar cemitérios que usam quantidades enormes de água e pesticidas para serem mantidos. Todo o processo solta vários químicos nocivos, como monóxido de carbono, para a atmosfera. Mesmo na cremação, as cinzas produzidas são estéreis, por isso, soltá-las num rio ou campo não traz nenhuma benesse ao meio ambiente.

Posto isto, qual é a melhor maneira de morrer? Ficam aqui algumas alternativas interessantes:

PROJETO “MORTE URBANA”


Este sistema recicla os nossos corpos, transformando-os em adubo, para ser usado na agricultura ou no desenvolvimento “verde” das cidades. A ideia foi criada por Katrina Spade e a sua visão é devolver os nossos corpos à natureza de maneira limpa e sustentável, propondo assim uma solução face aos cemitérios sobrelotados das cidades.

AD VINYLY


Quando a sua vida chega ao fim do lado “A”, este serviço vira o disco à sua vida continua a tocar para a eternidade. As suas cinzas são compactadas num disco de Vinil, onde a sua família pode gravar uma mensagem pessoal ou a sua banda sonora preferida.

CORAIS ETERNOS



Se é uma pessoa apaixonada por vida marinha, ou nunca fez mergulho, pode considerar a ideia de transformar o seu corpo num coral. Ao misturar as suas cinzas com cimento ecológico, o resultado é um coral de ajudará a suportar a vida dos seres vivos do mar durante 500 anos.

CÁPSULAS BIODEGRADÁVEIS



A companhia de design italiano “Capsula Mundi” tem uma visão: cápsulas fúnebres. Esta cápsula oval é feita de material biodegradável que envolve o seu corpo em posição fetal. A cápsula é enterrada, ou melhor ainda, plantada como uma semente na terra. À medida que o corpo decompõe, a cápsula alimenta a árvore à qual está ligada. Imagine: em vez de uma lápide de pedra, você poderá ter toda uma árvore em sua memória. Com este método, todos os cemitérios do mundo poderiam se transformar em florestas e bosques vibrantes.

Hoje em dia, os métodos convencionais custam milhões de euros em madeira e milhares de toneladas de aço, tudo materiais que poderiam ser aproveitados para outros fins. Milhões de litros de líquidos para embalsamar tóxicos são utilizados e os preços de um bocado de terreno para enterrar os nossos entes queridos são altíssimos. Estas práticas são tudo menos práticas, desrespeitam o ambiente e os nossos corpos. Se calhar, a humanidade precisa de começar a ser mais responsável com estes rituais.

Se nada lhe agradar, há sempre a hipótese de doar o seu corpo à medicina ou outra ciência.

Fonte: O Rossio

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