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sábado, 17 de dezembro de 2016

Museu no México exibe múmias "naturais" de mortos da cidade

CONDIÇÕES ESPECÍFICAS DO SOLO DE GUANAJUATO FAZEM COM QUE ALGUNS DOS CORPOS ENTERRADOS NO CEMITÉRIO LOCAL SEJAM PRESERVADOS


Na cidade mexicana de Guanajuato, a cerca de 300 quilômetros da Cidade do México, é possível visitar um museu cheio de múmias. Mas elas não tem nada a ver com a história do antigo Egito. Pelo contrário. Contam a história da própria cidade. São 111 corpos de mulheres, homens e crianças que foram enterrados no cemitério local e que tiveram seus corpos preservados por conta de características peculiares no solo da região. Ao contrário dos faraós, que tinham seus corpos embalsamados, o processo de mumificação em Guanajuato acontece naturalmente.

Segundo o site do museu, o primeiro corpo exumado encontrado nesse estado foi o de um médico francês, Remigio Leroy, em junho de 1865. Inicialmente, as pessoas visitavam de maneira informal e clandestina os corpos. Depois, eles foram organizados e colocados no museu.

“As múmias de Guanajuato estão totalmente integradas à cultura dos habitantes da cidade, uma vez que do ponto de vista histórico e social representam diferentes fases que permitiram agora ao município se consolidar como um importante destino turístico nacional”, diz a página.

De acordo com o Daily Mail, atualmente o museu recebe mais de 4 mil visitantes por semana. Segundo o site britânico, os corpos do cemitério são exumados quando as famílias deixam de pagar o aluguel do jazigo. Sempre que a posse expira, ela têm cinco dias para renovar o contrato. Caso não o façam, o corpo é removido e entregue aos curadores do museu. Se estiver em boa condição, é integrado à coleção. Se não, é colocado em uma vala comum.

O último corpo a ser colocado na exposição foi o do bebê Enrico. Ele morreu com seis meses em 1999 e foi exumado em 2004. O guia Jesús Saltillo afirmou ao Daily Mail que seus pais às vezes visitam o museu para ver o corpo do filho.

Sobre o aspecto um tanto macabro dos rostos, Saltitllo explica que é uma questão biológica. Quase todas as múmias ficam com a boca aberta, com uma expressão parecida com a de dor. Mas isso é resultado do endurecimento da língua e o afrouxamento dos músculos da mandíbula após a morte.

Fonte: Sincep

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